Blog Oficial da TAF Distribuidora LTDA.

“O Elo perfeito entre industria e o Cliente”

A TAF Distribuidora esteve participando da Exposuper 2008

La esteve vários colaboradores e consultores…

Abaixo Joscinei Mees com Cris Poli - apresentadora do programa Super Nanny - uma das palestrantes do evento e outra foto dele com um representante da Vinícula Salton.

crispoli - crispoli
salton - salton

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TAF Participa do evento Supervendas 2008

Coordenadores e Consultores de vendas da TAF estiveram prestigiando o evento Supervendas 2008.

Abaixo algumas fotos…

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Ranking ABAD 2008

O ano de 2008 trará expansão no faturamento, na base de clientes e no volume de vendas, ao mesmo tempo em que haverá aumento dos investimentos e melhora da margem de rentabilidade. Pelo menos é nisso que acreditam, em sua maioria, os empresários atacadistas distribuidores que responderam às perguntas com relação às expectativas para o ano corrente. O maior índice de otimismo ocorreu com relação ao faturamento.

Para 96% dos empresários, haverá aumento do faturamento neste ano. O resultado é um ponto percentual maior do que no ano passado, quando 95% dos empresários acreditavam que teriam maior receita em 2007.

Outros 4% dos atacadistas acreditam que terão estabilidade no faturamento neste ano, índice igual ao do ano passado. Confiantes na economia brasileira, os empresários, sem exceção, não acreditam em queda da receita em 2008, apontou a pesquisa.

A base de clientes aumentará para 86% dos respondentes deste ano, contra 79% do alcançado no ano passado, enquanto 13% acreditam numa carteira de clientes estável, resultado inferior ao obtido em 2007, quando o índice representou 20% do pensamento do empresariado do setor. Somente 1% das respostas contemplou queda no número de clientes deste ano, mesmo resultado atingido em 2007.

Com aumento do faturamento, 94% do setor atacadista acredita que haverá um considerável incremento no volume comercializado, enquanto 6% dele pensa em um volume estabilizado. No ano passado, o crescimento representou 91%, ao passo que a estabilidade representou 8% do pensamento do empresariado.

Uma parcela de 40% dos empresários, além de aumentar o volume comercializado, espera expandir o número de fornecedores como uma maneira de oferecer mais opções de marcas aos seus clientes, mesmo índice auferido no ano passado. A estabilidade do número de fornecedores foi a resposta de 52% dos executivos neste ano, contra 51% deles no ano passado. A diminuição do número de fornecedores é o propósito de 8% dos empresários em 2008, enquanto em 2007 esse índice foi de 10%.

O número de itens no mix comercializado deverá aumentar para 51% das empresas neste ano, uma ligeira alta em comparação com os 49% registrados em 2007. Houve uma queda nos números de respostas de estabilidade neste ano (39%) em comparação com o ano passado (41%). A tendência de estabilidade foi auferida nas respostas de queda no mix de vendas, com 10% nos dois anos pesquisados.

Com uma economia estável e um aumento na base de clientes, 79% dos empresários aumentarão o número de investimentos realizados neste ano, contra 73% que pretendiam fazer a mesma coisa em 2007. Para 20% deles, os investimentos continuarão estáveis em 2008, ao passo que no ano anterior o índice era de 25%. A confiança no País fez com que o índice de diminuição dos investimentos, que era de 2% em 2007, passasse para 1% neste ano.

Mesmo com a concorrência acirrada e com um mercado cada vez mais competitivo, 70% dos empresários acreditam que haverá um aumento da rentabilidade em 2008, índice superior aos 67% auferidos no ano passado. A crença na estabilidade foi a resposta de 28% dos executivos neste ano, contra 26% em 2007.

Também houve queda no índice de respostas que previam a diminuição da rentabilidade em comparação com o ano passado, pois enquanto 7% dos empresários acreditavam que as margens seriam menores no ano passado, neste ano somente 1% deles acreditam nessa diminuição.

Fonte: revistadistribuicao.com.br

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TAF Visita a Harald

A TAF Distribuidora visita as instalações da Harald que produs soluções em ingredientes e serviços para o mercado de alimentos.

Abaixo algumas fotos…

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Logo Harald

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Tarciso Lohn

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Tarciane Lohn

Para maiores informações sobre a Harald vite o site aqui.

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TAF Participa da APAS 2008

A TAF Distribuidora esteve participando da feira da APAS 2008.

La esteve Tarciso Lohn - Prisidente; Tarciane Lohn - Dpto.Compras; Joscinei Mees - Dpto.Compras e Mauri Assunção também do Dpto. de Compras.

Abaixo foto com Mauri junto ao Garoto Propaganda da Bom Bril

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A Fispal Food Service é a única Feira da América Latina que atende a todos os segmentos do canal food service

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Fonte: fispal.com

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Feira de Automação Comercial das Micro e Pequenas Empresas de SC

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Fonte: Fecomercio

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Ranking ABAD/Nielsen 2008: atacado distribuidor faturou R$ 105,8 bilhões em 2007

* O varejo alimentar movimentou R$ 198,5 bilhões em 2007, segundo a Nielsen

* Desse total, o atacado distribuidor, com atendimento a quase 1 milhão de pontos de vendas, abasteceu 53,3% das lojas

* Investimentos na prestação de serviços ao pequeno e médio varejo fortaleceram a atuação das empresas distribuidoras e contribuíram para o crescimento de 6,5% no ano passado

A ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores apresenta, pelo 13º ano consecutivo, o Ranking ABAD/Nielsen 2008, com o desempenho das maiores empresas de atacado no ano passado.

O setor atacadista distribuidor atingiu um faturamento de R$ 105,8 bilhões, com crescimento real de 6,5% e nominal de 10,3%, na comparação com o ano de 2006. O montante significa 53,3% do mercado de consumo do varejo alimentar, que somou R$ 198,5 bilhões em 2007, contra uma participação de 53,1% em 2006, em um mercado de R$ 180,5 bilhões, de acordo com levantamento da Nielsen. Isso significa que, de cada R$ 100 reais comercializados pelo varejo mercearil, o atacado foi responsável pela venda de R$ 53,3. Atualmente mais de 970 mil pontos de venda são atendidos pelos atacadistas distribuidores no País.

O resultado registrado se deve ao acompanhamento do setor com relação às mudanças e as novas necessidades de consumo da população brasileira. O direcionamento à prestação de serviço para o pequeno e médio varejo também foi fator determinante para o ganho no faturamento. Segundo a Nielsen, 95% dos supermercados pequenos (de um a quatro ckeckouts) e 67% dos supermercados médios (de cinco a 19 checkouts) são abastecidos por empresas atacadistas distribuidoras.

“As redes ampliaram o mix, conquistaram novos mercados e investiram em um atendimento especializado por canal de venda, região ou categoria. No ano 2000 se iniciou um forte movimento que gerou importantes investimentos na prestação de serviços pelo setor atacadista distribuidor, ao pequeno e médio varejo. Esse foco em serviços fortalecerá ainda mais o nosso setor e o manterá no caminho do desenvolvimento e do crescimento sustentável”, diz Geraldo Eduardo da Silva Caixeta, presidente da ABAD.

Nesta edição, o Ranking ABAD/Nielsen contou com o total de 337 empresas, um aumento de 2,7% no número de empresas participantes, na comparação com o levantamento anterior quando eram 328 empresas. A mostra representa 29% do total de faturamento do setor. Todas as empresas listadas alcançaram a soma de R$ 32,3 bilhões em 2007, contra uma receita de R$ 27,9 bilhões em 2006, uma variação real de 11,8%.

Das empresas listadas no Ranking, as do setor mercearil apresentaram um incremento de 10,6% e uma receita bruta de R$ 25,9 bilhões em 2007, ante R$ 22,6 bilhões no ano anterior. Os atacadistas distribuidores do setor farma, com 20,2% de incremento, foram os que apresentaram o maior crescimento percentual de um ano para o outro, passando de uma receita de R$ 3 bilhões, para R$ 3,8 bilhões. Os distribuidores de material de construção cresceram 11,3% com faturamento de R$ 1,8 bilhão, contra R$ 1,6 bilhão em 2006.

O resultado demonstra que as empresas participantes do Ranking continuam dando maior ênfase à venda de produtos mercearis, que responde por 63,5% das vendas, contra 36,5% de produtos não-mercearis. Ainda assim, a categoria teve redução de 6,3% pontos percentuais, passando de 69,8% em 2006 para 63,5% em 2007. Essa redução pode indicar uma possível busca das empresas por aumento na diversidade de produtos comercializados. O crescimento das vendas de produtos das categorias de bebidas alcoólicas e de cosméticos confirma essa tendência.

Fonte: abad.com.br

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Expo Money Florianópolis

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Fonte: Instituto Nacional de Investidores

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A base de tudo é o bom e velho relacionamento…

Por Prof. Menegatti

Certa vez, um grupo de professores realizou uma pesquisa com dois mil empresários, pedindo a eles que identificassem as últimas três pessoas que dispensaram e por que razão. Aqueles professores descobriram que, em dois dos três casos, os funcionários perderam o emprego porque não conseguiam conviver com os outros.

Isso vem acontecendo todos os dias em muitas organizações que eu conheço. Por isso, fiquei pensando em alguma estratégia para ajudar a melhorar essa realidade. Um dia quando li estas frases pensei: “É isso!” Essas dicas podem ser afixadas nos murais das empresas ou serem trabalhadas exaustivamente pelo pessoal de treinamento como um “manual” de boas-maneiras. São elas:

1. Se você tiver um problema comigo, procure-me (em particular).

2. Se eu tiver um problema com você, o procurarei (em particular).

3. Se alguém tem um problema comigo, mas procura você, mande-o conversar comigo (farei a mesma coisa, se for preciso).

4. Se a pessoa se recusa a me procurar, diga a ela: “vamos juntos procurá-lo. Tenho certeza de que nos atenderá e resolveremos o problema” (farei a mesma coisa, se for precisa).

5. Tome cuidado como me interpreta, é assim que prefiro fazer também. Em assuntos não esclarecidos, não se sinta induzido a interpretar meus sentimentos ou pensamentos. O risco de cometer um erro na hora de interpretar as intenções e grande.

6. Também tomarei cuidado com a maneira como interpreto você.

7. Se alguma coisa é confidencial, não conte. Se você ou qualquer outra pessoa me procura em particular, confiando em mim, não contarei a ninguém a não ser que: a) A pessoa corra risco de se ferir; b) Corra risco de ferir outras pessoas. Espero o mesmo de você.

8. Não leio cartas ou bilhetes sem assinatura.

9. Não manipulo ninguém, nem serei manipulado, não permita que o manipulem, nem que tentem manipular-me através de você.

10. Estando em dúvida sobre alguma coisa, manifeste-se. Se eu puder dar a resposta sem deturpar nenhum fato que quebrar a confiança de alguém, eu o farei.

Fonte: menegatti.srv.br

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Super Vendas 2008

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Fonte: adac.com.br

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ACATS: Alta de preços prejudica vendas

Para o presidente da ACATS - Associação Catarinense de Supermercados, José Emílio Menegatti, o segmento supermercadista é o primeiro a lamentar a alta de preços dos alimentos, que acaba prejudicando o resultado de vendas. “Somos cobrados porque é nas gôndolas que o consumidor percebe o aumento de preço quando ele ocorre, mas o supermercado não forma preço, ele repassa o que vem na tabela de seu fornecedor”, ressalta.

Outro aspecto que o dirigente menciona é que os alimentos impactam bem mais a percepção do custo de vida das pessoas porque o consumo é praticamente diário, diferente de itens como o vestuário, por exemplo, que é eventual.

Para Menegatti as principais armas do consumidor quando correm altas de preços de alguns itens é a busca da substituição temporária por outros que não tenham aumentado de preço, além de aproveitar as promoções. “O segmento supermercadista é bastante competitivo. O ambiente concorrencial se traduz num calendário constante de promoções e é isso que o consumidor pode e deve aproveitar”.

Fonte: acats.com.br

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Do comportamento negativo

Por Paulo Coelho

Cercados por tanta violência, inveja, agressividade, falta de compaixão, às vezes fica difícil ter fé na humanidade.

Quando nos sentimos felizes com alguma coisa, também nos sentimos culpados por nossa alegria - afinal de contas, basta caminhar até a esquina de nossa rua para ver que o mundo não é exatamente o lugar que sonhamos.

Então o pessimismo penetra em nosso coração, e - embora pareça absurdo - sentimos que somos mais fiéis ao nosso próximo quando estamos tristes.

Bem, não vamos lutar contra este sentimento. Deixemos que ele surja. Então, vamos olhá-lo com sinceridade, e perguntar: “ajudamos mais o mundo se compartilharmos de sua tristeza?”.

A resposta é óbvia: não.

Então é preciso se esforçar - isto mesmo, se esforçar - para ser feliz. Esta é a melhor maneira de servir ao mundo.

Muitas vidas são salvas com um simples sorriso.

Fonte: colunas.g1.com.br/paulocoelho

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Exposuper 2008

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Data: 17 a 19 de junho em Florianópolis (SC)
Local: Centrosul – Centro do Convenções

Mais informações veja aqui.

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“Causas” que dão vida ao trabalho

A plena realização em nossas vidas só é possível quando passamos a defender uma “causa”. O trabalho somente como fonte de subsistência, com o passar dos dias, torna-se um fardo. Entediante e quase insuportável para muitos. Escravos a espera de uma libertação.

Cumprir rotinas, receber ordens, encaminhar procedimentos, resolver problemas, preencher as horas do dia com atividades sem fim. Muito pouco para a vida finita que temos.

O entendimento que o trabalho é o meio pelo qual devemos defender nossas “causas de vida” e não um fim em si, transforma nossa existência para melhor. São muitas as causas que podem ser defendidas e que podemos escolher: Clientes satisfeitos, qualidade no que fazemos, capacitar as pessoas a nossa volta, a plena integração de uma equipe, a responsabilidade social de uma empresa, o lucro sadio como fator de riqueza de uma sociedade, a ética em nossas ações. A partir do momento que encontramos a “causa” para qual trabalhamos, todas as atividades se revestem de brilho, nos tornamos pessoas melhores e inundamos de vida nossas vidas. Sua “causa de vida” está valendo a pena ?

Uma Vida Plena com Fé Inabalável!

Prof. Jair Santos

Fonte: construindoconhecimento.com.br

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