Call center terá de atender consumidor em 1 minuto
Isabel Sobral e Ana Paula Lacerda
O consumidor que acessar os serviços de atendimento telefônico, os call centers, poderá esperar no máximo um minuto para ter sua ligação transferida a um atendente para resolver o seu problema. No caso dos serviços bancários e cartões de crédito, no entanto, o tempo de espera ao telefone será menor, de 45 segundos.
Os prazos foram fixados ontem em portaria assinada pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, regulamentando um dos principais pontos do decreto que estabeleceu regras para o funcionamento desse tipo de serviço. O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 31 de julho e as regras (ver ao lado) passam a valer a partir de 1º de dezembro para os setores regulados, como telefonia, aviação civil, energia, bancos, transportes terrestres e planos de saúde.
O ministro garantiu que as entidades de defesa do consumidor, como os Procons, e o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, estarão prontos para fiscalizar e receber denúncias de descumprimento das regras. “As punições às empresas que desrespeitarem as regras serão duras e garanto que temos como fiscalizar”, afirmou Genro. As empresas que não seguirem o decreto estão sujeitas a multas de R$ 200 a R$ 3 milhões, segundo o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor (CDC).
A secretária de Direito Econômico (SDE), Mariana Tavares de Araújo, afirmou que a portaria fixa o teto de 60 segundos como prazo máximo geral para todos os setores - exceto bancos, onde o prazo é menor. Segundo ela, os prazos foram negociados com os setores envolvidos.
Nos casos em que há uma legislação específica com um tempo de espera - como na telefonia celular, em que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) limita a até 10 segundos a transferência ao atendente -, prevalece a norma que mais favorece o consumidor.
No caso dos bancos, a portaria estabelece ainda que, nas segundas-feiras, nos dias que antecedem e sucedem feriados e no quinto dia útil de cada mês (dia em que normalmente as empresas depositam o salário dos funcionários), o prazo máximo poderá chegar a 90 segundos. A flexibilização foi justificada porque nesses dias há um aumento considerável de movimentação bancária.
A secretária informou ainda que, nas situações em que ocorram “problemas sistêmicos”, como queda de energia elétrica em uma região, o limite de espera do consumidor num call center do serviço de energia deixará de existir.
Procuradas, as maiores empresas do setor não quiseram se pronunciar sobre o anúncio de ontem. A Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), que representa as empresas do setor, disse que, por ser uma resolução recente, ainda estava em avaliação.
NOVAS REGRAS
Cancelamento: O consumidor deve ter a opção de cancelar imediatamente o serviço
Prazo: Qualquer demanda deve ter resposta no prazo de cinco dias úteis
Concentração: Deve haver um canal único de atendimento para todos os serviços ou pacote de serviços oferecidos
Período: O atendimento por telefone deve funcionar 24 horas, sete dias por semana
Opção: O menu eletrônico de atendimento deve dar, logo no início, a opção de falar com um atendente
Contato: Prazo máximo de 60 segundos para contato direto com um atendente
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »A TAF realiza sua 7ª convenção de vendas
O evento teve um pouco de tudo: Treinamento, confraternização, gincanas e tudo isso em um excelente ambiente junto à natureza.
Obrigado pela participação de todos.
Fotos do evento, veja aqui.
Sem comentários »Atacado Distribuidor registra alta no primeiro semestre
Inflação dos alimentos influenciou no resultado do período, mas não impediu o crescimento do setor.
A ABAD apresentou em coletiva à imprensa o desempenho do setor no primeiro semestre deste ano, na abertura dos trabalhos da 28ª Convenção Anual do Atacadista Distribuidor e Sweet Brazil International, que acontece de 11 a 14 de agosto, no Expotrade Convention Center, em Curitiba.
O Atacado Distribuidor sofreu forte impacto da inflação dos alimentos e apresentou crescimento real de 3,48% no período, na comparação com o mesmo período de 2007. Em maio, o acumulado do índice de desempenho do atacado distribuidor era de 5,20%. O desempenho negativo de 5,06% do mês de junho, em relação ao mês de maio deste ano, contribuiu para a desaceleração. Na comparação com junho do ano passado, a variação foi negativa em 4,76%.
De acordo com Geraldo Eduardo da Silva Caixeta, presidente da ABAD, a alta generalizada no preço dos alimentos e demais itens da cesta básica, foi a grande responsável pelo resultado alcançado pelo setor atacadista distribuidor no primeiro semestre do ano. “A inflação foi significativa e atinge, principalmente, as classes de renda mais baixa, - onde se concentra a maioria dos clientes do pequeno e médio varejo. Essa parte da população deixou de comprar uma variedade de outros itens considerados supérfluos, direcionando seus gastos no suprimento de suas necessidades mais próximas” comenta.
Números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a inflação acumulada do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor - de 3,64% no primeiro semestre foi a maior dos últimos cinco anos. “No entanto, os produtos considerados da cesta básica tiveram alta de preços em média superiores a 50% nos últimos doze meses em todo o Brasil. Essa disparada dos preços dos alimentos causou impacto bem superior no conjunto de itens de consumo, principalmente nas camadas situadas nas classes B, C, D e E”, explica o presidente.
O resultado registrado no primeiro semestre do ano fez com que a ABAD revisasse para baixo as projeções de crescimento real para o ano de 2008. O consumo deve melhorar com a estabilização do preço dos alimentos como o feijão, arroz, soja e derivados do trigo e impactará positivamente no crescimento anual do setor, mas ainda abaixo dos 8% inicialmente projetados
“Devemos registrar um incremento de até 6%, pois os preços ainda continuarão mais altos do que no ano passado, mas haverá uma acomodação em um patamar aceitável e com a melhora da renda a tendência é que o consumo aumente”, acredita Caixeta.
Em 2007, o setor atacadista distribuidor atingiu um faturamento de R$ 105,8 bilhões, com crescimento real de 6,5% e nominal de 10,3%, na comparação com o ano de 2006. O montante significa 53,3% do mercado de consumo do varejo alimentar, que somou R$ 198,5 bilhões em 2007, contra uma participação de 53,1% em 2006, em um mercado de R$ 180,5 bilhões, de acordo com levantamento da Nielsen. Isso significa que, de cada R$ 100 reais comercializados pelo varejo mercearil, o atacado foi responsável pela venda de R$ 53,3. Atualmente mais de 970 mil pontos de venda são atendidos pelos atacadistas distribuidores no País.
No mesmo ano, em distribuição e entrega, o Martins (MG) foi o líder com R$ 3,37 bilhões de faturamento em 2007, seguido pela Profarma (RJ) com R$ 2,6 bilhões e pela Tambasa (MG), com R$ 800 milhões.
No auto-serviço, o Makro (SP) é a maior empresa do País, com uma receita bruta de R$ 4,5 bilhões. No segundo lugar aparece o Assai (SP), novidade no Ranking desse ano e que somente nessa modalidade teve um faturamento de R$ 1,184 bilhão em 2007. Na terceira posição figura o Villefort (MG), com R$ 281 milhões.
O Carvalho Atacado (PI) é o líder na modalidade balcão, com um faturamento de R$ 157 milhões em 2007. O Rio Vermelho (GO) aparece na seqüência, com R$ 76 milhões em vendas. Logo depois em terceiro está o Zenilda Rebouças (BA), com R$ 74 milhões.
O Martins aparece mais uma vez como o líder, agora, na modalidade operação logística, com R$ 34 milhões faturados, seguida pela Distribuidora Muller (SC), com R$ 12,8 milhões e pela WDA Distribuidora (SP), com R$ 5,5 milhões.
Na operação de vendas, a Johncenter (RJ) teve uma receita de R$ 28,9 milhões e foi a primeira, seguida pela B&A (PB), com R$ 26,8 milhões. O Tozzo e Cia (SC), com R$ 20,7 milhões, foi o terceiro.
Modalidades:
• O distribuidor compra e vende produtos da indústria com as quais possuí vínculo de exclusividade de produtos ou de território.
• O atacado de entrega, auto-serviço ou balcão, compra e vende produtos da indústria sem vínculos de exclusividade ou de território.
• O operador de vendas, com nota fiscal da indústria, trabalha no ponto de venda, cobrança e pós-venda, tarefas pelas quais recebe a sua remuneração.
• O operador logístico faz as funções de movimentação, armazenagem e distribuição física, pelas quais recebe a sua remuneração.
Fonte: ABAD
Sem comentários »Preços de alimentos repetem efeito desacelerador no IPC-S
FGV: preços de alimentos repetem efeito desacelerador no IPC-S
Por: Alessandra Saraiva
Rio, 19 - Mais uma vez, os preços dos alimentos foram os principais responsáveis pelo avanço menos intenso das taxas do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) na maioria das capitais, principalmente em São Paulo (de 0,51% para 0,36%), entre as sete pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) para cálculo do índice. A informação é do economista da FGV, André Braz. De acordo com ele, os preços dos alimentos na capital paulista chegaram a atingir deflação de 0,02% no IPC-S de até 15 de agosto, após ter registrado alta de 0,50% no índice de até 7 de agosto.
Segundo o economista, em São Paulo, entre os destaques de quedas e desacelerações de preços no setor de alimentos estão as movimentações de preços em carnes bovinas (de 0,83% para -0,77%); hortaliças e legumes (de -3,05% para -4,55%) e arroz e feijão (de 0,54% para -0,36%). Mas Braz comentou que, no caso de São Paulo, não é possível classificar como “generalizada” as taxas de inflação menos intensas no setor de alimentos. “Foram registradas várias quedas e desacelerações sim, em itens importantes. Mas ainda há alimentos subindo de preço”, disse. Segundo ele, na capital paulista, entre os exemplos de alimentos com preços em alta, estão as variações de preços em frutas (de 1,52% para 2,89%); e adoçantes (de -0,57% para 0,03%).
No Rio de Janeiro, segunda capital de maior peso no cálculo do IPC-S, perdendo apenas para São Paulo, também houve elevação de preços menos intensa (de 0,20% para 0,15%). “O Rio de Janeiro registrou a menor taxa de inflação entre as sete cidades pesquisadas”, disse. Ele explicou que a deflação nos preços dos alimentos na capital fluminense se intensificou (de -0,24% para -0,64%) principalmente porque houve uma grande queda de nos preços dos itens in natura, como hortaliças e legumes (de -4,5% para -8,22%).
Em agosto, os preços dos alimentos devem continuar caindo ou subindo menos, contribuindo para taxas reduzidas do IPC-S nas capitais. “Mas não há como saber o que vai acontecer em setembro”, disse, explicando que ainda é muito cedo para antecipar o comportamento nos preços dos alimentos no próximo mês.
Fonte: ae.com.br
Sem comentários »Brasil será o 5º maior mercado do mundo em 2030
FGV: Brasil será o 5º maior mercado do mundo em 2030
Por: CÉLIA FROUFE - Agencia Estado
SÃO PAULO - O Brasil deve ser o quinto maior mercado consumidor do mundo em 2030, ultrapassando Alemanha, Grã-Bretanha e França - no ano passado, o País ocupou a oitava posição. É isso o que esperam a Ernest & Young e a área de projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV Projetos), que prepararam um estudo com projeções sobre a formação do quadro econômico brasileiro e mundial em 2030, divulgado hoje.
Com base no tamanho dos mercados consumidores daqui a 22 anos, o estudo criou o grupo CIMB, similar ao BRIC, mas sem a Rússia e com o México. BRIC é um acrônimo criado em 2001 pelo economista do Goldman Sachs, Jim ONeill, que considera Brasil, Rússia, Índia e China os quatro principais países emergentes, que juntos seriam a maior força da economia mundial em 2050, em dólares, maior até mesmo do que o G-6 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália).
O CIMB leva em consideração a inclusão do México e não da Rússia. De acordo com o professor da FGV Fernando Garcia, a Rússia, apesar de ser um potencial energético, deve apresentar nos próximos anos problemas estruturais no mercado de trabalho, em função, principalmente, da Aids e do alcoolismo.
De acordo com o estudo, as quatro economias emergentes com maior mercado consumidor em 2030 serão a China (US$ 12,756 trilhões), a Índia (US$ 5,266 trilhões), o Brasil (US$ 2,507 trilhões) e o México (US$ 1,854 trilhão) - estes valores levam em conta o ajuste pela paridade de compra com um câmbio, no caso brasileiro, flutuando em um intervalo de R$ 1,80 a R$ 2. No ano passado, estes mercados consumidores pela mesma metodologia eram respectivamente de US$ 3,862 trilhões, US$ 2,530 trilhões, US$ 1,067 trilhão e US$ 820,21 bilhões.
PIB
“O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro apresentará um crescimento, sem exageros, de 150% no período, passando a ser de US$ 2,4 trilhões em 2030 no lugar de US$ 963 bilhões registrados no ano passado”, comparou o professor da FGV Fernando Garcia, levando em conta um crescimento médio da atividade do País de 4% ao ano. Esta alteração fará com que o Brasil saia da 10ª posição e volte para a 8ª posição entre as maiores economias mundiais.
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »TAF participa da ABAD 2008 em Curitiba

Mauri, Joscinei e Juliano com Garoto propaganda da Bom Bril.
TAF premia consultores e coordenadores pelos bons resultados obtidos na campanha dos Alimentos Wilson.

Coordenador Odair com o consultor Fabio

Coordenadores Valmir, Odair, Consultor ? e o Coordenador Beto
Índice Nacional de Vendas ABRAS
Em maio, as vendas do setor supermercadista em valores reais, ou seja,
deflacionadas pelo IPCA/IBGE, apresentaram crescimento de 13,95% em relação ao
mesmo mês do ano anterior. Já na comparação com o mês de abril o crescimento foi
de 7,79%.
No acumulado de janeiro a maio, as vendas tiveram crescimento de 8,87%.
Segundo informações do IBGE, “Os alimentos tiveram, em maio, a maior alta desde o
início do Plano Real, em 1994. Os produtos alimentícios subiram 1,95% no mês
passado.
O grande vilão da inflação foi o arroz, que subiu 19,75%, a maior alta nos
tempos de Real. Segundo a responsável pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor
Amplo), Eulina dos Santos, a inflação dos alimentos foi generalizada, e os patamares
estão bem acima do que era verificado no ano passado”. “A alta dos alimentos tem
grande pressão do mercado internacional, pelo aumento da demanda. Há também
pressão do mercado interno”, afirmou.
Em valores nominais, as vendas do setor apresentaram crescimento de 8,64% em
relação ao mês anterior e, quando comparadas a maio do ano anterior, aumento de
20,31%.
No acumulado, as vendas cresceram 14,22%.
Veja matéria completa aqui
Fonte: abrasnet.com.br
Sem comentários »TAF premia consultores e coordenadores pelos bons resultados obtidos na campanha dos produtos Quero.

Coordenador Cesar recebeu um seguro.

Consultor Marcelo Machado recebeu um home theater.

Equipe do Coordenador Cesar.

Consultor Ademir recebeu um micro computador.
A TAF Distribuidora esteve participando da Exposuper 2008
La esteve vários colaboradores e consultores…
Abaixo Joscinei Mees com Cris Poli - apresentadora do programa Super Nanny - uma das palestrantes do evento e outra foto dele com um representante da Vinícula Salton.

TAF Participa do evento Supervendas 2008
Coordenadores e Consultores de vendas da TAF estiveram prestigiando o evento Supervendas 2008.
Abaixo algumas fotos…



Ranking ABAD 2008
O ano de 2008 trará expansão no faturamento, na base de clientes e no volume de vendas, ao mesmo tempo em que haverá aumento dos investimentos e melhora da margem de rentabilidade. Pelo menos é nisso que acreditam, em sua maioria, os empresários atacadistas distribuidores que responderam às perguntas com relação às expectativas para o ano corrente. O maior índice de otimismo ocorreu com relação ao faturamento.
Para 96% dos empresários, haverá aumento do faturamento neste ano. O resultado é um ponto percentual maior do que no ano passado, quando 95% dos empresários acreditavam que teriam maior receita em 2007.
Outros 4% dos atacadistas acreditam que terão estabilidade no faturamento neste ano, índice igual ao do ano passado. Confiantes na economia brasileira, os empresários, sem exceção, não acreditam em queda da receita em 2008, apontou a pesquisa.
A base de clientes aumentará para 86% dos respondentes deste ano, contra 79% do alcançado no ano passado, enquanto 13% acreditam numa carteira de clientes estável, resultado inferior ao obtido em 2007, quando o índice representou 20% do pensamento do empresariado do setor. Somente 1% das respostas contemplou queda no número de clientes deste ano, mesmo resultado atingido em 2007.
Com aumento do faturamento, 94% do setor atacadista acredita que haverá um considerável incremento no volume comercializado, enquanto 6% dele pensa em um volume estabilizado. No ano passado, o crescimento representou 91%, ao passo que a estabilidade representou 8% do pensamento do empresariado.
Uma parcela de 40% dos empresários, além de aumentar o volume comercializado, espera expandir o número de fornecedores como uma maneira de oferecer mais opções de marcas aos seus clientes, mesmo índice auferido no ano passado. A estabilidade do número de fornecedores foi a resposta de 52% dos executivos neste ano, contra 51% deles no ano passado. A diminuição do número de fornecedores é o propósito de 8% dos empresários em 2008, enquanto em 2007 esse índice foi de 10%.
O número de itens no mix comercializado deverá aumentar para 51% das empresas neste ano, uma ligeira alta em comparação com os 49% registrados em 2007. Houve uma queda nos números de respostas de estabilidade neste ano (39%) em comparação com o ano passado (41%). A tendência de estabilidade foi auferida nas respostas de queda no mix de vendas, com 10% nos dois anos pesquisados.
Com uma economia estável e um aumento na base de clientes, 79% dos empresários aumentarão o número de investimentos realizados neste ano, contra 73% que pretendiam fazer a mesma coisa em 2007. Para 20% deles, os investimentos continuarão estáveis em 2008, ao passo que no ano anterior o índice era de 25%. A confiança no País fez com que o índice de diminuição dos investimentos, que era de 2% em 2007, passasse para 1% neste ano.
Mesmo com a concorrência acirrada e com um mercado cada vez mais competitivo, 70% dos empresários acreditam que haverá um aumento da rentabilidade em 2008, índice superior aos 67% auferidos no ano passado. A crença na estabilidade foi a resposta de 28% dos executivos neste ano, contra 26% em 2007.
Também houve queda no índice de respostas que previam a diminuição da rentabilidade em comparação com o ano passado, pois enquanto 7% dos empresários acreditavam que as margens seriam menores no ano passado, neste ano somente 1% deles acreditam nessa diminuição.
Fonte: revistadistribuicao.com.br
Sem comentários »TAF Visita a Harald
A TAF Distribuidora visita as instalações da Harald que produs soluções em ingredientes e serviços para o mercado de alimentos.
Abaixo algumas fotos…

Logo Harald

Tarciso Lohn

Tarciane Lohn
Para maiores informações sobre a Harald vite o site aqui.
Sem comentários »TAF Participa da APAS 2008
A TAF Distribuidora esteve participando da feira da APAS 2008.
La esteve Tarciso Lohn - Prisidente; Tarciane Lohn - Dpto.Compras; Joscinei Mees - Dpto.Compras e Mauri Assunção também do Dpto. de Compras.
Abaixo foto com Mauri junto ao Garoto Propaganda da Bom Bril

