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Preços de alimentos repetem efeito desacelerador no IPC-S
FGV: preços de alimentos repetem efeito desacelerador no IPC-S
Por: Alessandra Saraiva
Rio, 19 - Mais uma vez, os preços dos alimentos foram os principais responsáveis pelo avanço menos intenso das taxas do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) na maioria das capitais, principalmente em São Paulo (de 0,51% para 0,36%), entre as sete pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) para cálculo do índice. A informação é do economista da FGV, André Braz. De acordo com ele, os preços dos alimentos na capital paulista chegaram a atingir deflação de 0,02% no IPC-S de até 15 de agosto, após ter registrado alta de 0,50% no índice de até 7 de agosto.
Segundo o economista, em São Paulo, entre os destaques de quedas e desacelerações de preços no setor de alimentos estão as movimentações de preços em carnes bovinas (de 0,83% para -0,77%); hortaliças e legumes (de -3,05% para -4,55%) e arroz e feijão (de 0,54% para -0,36%). Mas Braz comentou que, no caso de São Paulo, não é possível classificar como “generalizada” as taxas de inflação menos intensas no setor de alimentos. “Foram registradas várias quedas e desacelerações sim, em itens importantes. Mas ainda há alimentos subindo de preço”, disse. Segundo ele, na capital paulista, entre os exemplos de alimentos com preços em alta, estão as variações de preços em frutas (de 1,52% para 2,89%); e adoçantes (de -0,57% para 0,03%).
No Rio de Janeiro, segunda capital de maior peso no cálculo do IPC-S, perdendo apenas para São Paulo, também houve elevação de preços menos intensa (de 0,20% para 0,15%). “O Rio de Janeiro registrou a menor taxa de inflação entre as sete cidades pesquisadas”, disse. Ele explicou que a deflação nos preços dos alimentos na capital fluminense se intensificou (de -0,24% para -0,64%) principalmente porque houve uma grande queda de nos preços dos itens in natura, como hortaliças e legumes (de -4,5% para -8,22%).
Em agosto, os preços dos alimentos devem continuar caindo ou subindo menos, contribuindo para taxas reduzidas do IPC-S nas capitais. “Mas não há como saber o que vai acontecer em setembro”, disse, explicando que ainda é muito cedo para antecipar o comportamento nos preços dos alimentos no próximo mês.
Fonte: ae.com.br
Sem comentários »Brasil será o 5º maior mercado do mundo em 2030
FGV: Brasil será o 5º maior mercado do mundo em 2030
Por: CÉLIA FROUFE - Agencia Estado
SÃO PAULO - O Brasil deve ser o quinto maior mercado consumidor do mundo em 2030, ultrapassando Alemanha, Grã-Bretanha e França - no ano passado, o País ocupou a oitava posição. É isso o que esperam a Ernest & Young e a área de projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV Projetos), que prepararam um estudo com projeções sobre a formação do quadro econômico brasileiro e mundial em 2030, divulgado hoje.
Com base no tamanho dos mercados consumidores daqui a 22 anos, o estudo criou o grupo CIMB, similar ao BRIC, mas sem a Rússia e com o México. BRIC é um acrônimo criado em 2001 pelo economista do Goldman Sachs, Jim ONeill, que considera Brasil, Rússia, Índia e China os quatro principais países emergentes, que juntos seriam a maior força da economia mundial em 2050, em dólares, maior até mesmo do que o G-6 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália).
O CIMB leva em consideração a inclusão do México e não da Rússia. De acordo com o professor da FGV Fernando Garcia, a Rússia, apesar de ser um potencial energético, deve apresentar nos próximos anos problemas estruturais no mercado de trabalho, em função, principalmente, da Aids e do alcoolismo.
De acordo com o estudo, as quatro economias emergentes com maior mercado consumidor em 2030 serão a China (US$ 12,756 trilhões), a Índia (US$ 5,266 trilhões), o Brasil (US$ 2,507 trilhões) e o México (US$ 1,854 trilhão) - estes valores levam em conta o ajuste pela paridade de compra com um câmbio, no caso brasileiro, flutuando em um intervalo de R$ 1,80 a R$ 2. No ano passado, estes mercados consumidores pela mesma metodologia eram respectivamente de US$ 3,862 trilhões, US$ 2,530 trilhões, US$ 1,067 trilhão e US$ 820,21 bilhões.
PIB
“O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro apresentará um crescimento, sem exageros, de 150% no período, passando a ser de US$ 2,4 trilhões em 2030 no lugar de US$ 963 bilhões registrados no ano passado”, comparou o professor da FGV Fernando Garcia, levando em conta um crescimento médio da atividade do País de 4% ao ano. Esta alteração fará com que o Brasil saia da 10ª posição e volte para a 8ª posição entre as maiores economias mundiais.
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »Ranking ABAD/Nielsen 2008: atacado distribuidor faturou R$ 105,8 bilhões em 2007
* O varejo alimentar movimentou R$ 198,5 bilhões em 2007, segundo a Nielsen
* Desse total, o atacado distribuidor, com atendimento a quase 1 milhão de pontos de vendas, abasteceu 53,3% das lojas
* Investimentos na prestação de serviços ao pequeno e médio varejo fortaleceram a atuação das empresas distribuidoras e contribuíram para o crescimento de 6,5% no ano passado
A ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores apresenta, pelo 13º ano consecutivo, o Ranking ABAD/Nielsen 2008, com o desempenho das maiores empresas de atacado no ano passado.
O setor atacadista distribuidor atingiu um faturamento de R$ 105,8 bilhões, com crescimento real de 6,5% e nominal de 10,3%, na comparação com o ano de 2006. O montante significa 53,3% do mercado de consumo do varejo alimentar, que somou R$ 198,5 bilhões em 2007, contra uma participação de 53,1% em 2006, em um mercado de R$ 180,5 bilhões, de acordo com levantamento da Nielsen. Isso significa que, de cada R$ 100 reais comercializados pelo varejo mercearil, o atacado foi responsável pela venda de R$ 53,3. Atualmente mais de 970 mil pontos de venda são atendidos pelos atacadistas distribuidores no País.
O resultado registrado se deve ao acompanhamento do setor com relação às mudanças e as novas necessidades de consumo da população brasileira. O direcionamento à prestação de serviço para o pequeno e médio varejo também foi fator determinante para o ganho no faturamento. Segundo a Nielsen, 95% dos supermercados pequenos (de um a quatro ckeckouts) e 67% dos supermercados médios (de cinco a 19 checkouts) são abastecidos por empresas atacadistas distribuidoras.
“As redes ampliaram o mix, conquistaram novos mercados e investiram em um atendimento especializado por canal de venda, região ou categoria. No ano 2000 se iniciou um forte movimento que gerou importantes investimentos na prestação de serviços pelo setor atacadista distribuidor, ao pequeno e médio varejo. Esse foco em serviços fortalecerá ainda mais o nosso setor e o manterá no caminho do desenvolvimento e do crescimento sustentável”, diz Geraldo Eduardo da Silva Caixeta, presidente da ABAD.
Nesta edição, o Ranking ABAD/Nielsen contou com o total de 337 empresas, um aumento de 2,7% no número de empresas participantes, na comparação com o levantamento anterior quando eram 328 empresas. A mostra representa 29% do total de faturamento do setor. Todas as empresas listadas alcançaram a soma de R$ 32,3 bilhões em 2007, contra uma receita de R$ 27,9 bilhões em 2006, uma variação real de 11,8%.
Das empresas listadas no Ranking, as do setor mercearil apresentaram um incremento de 10,6% e uma receita bruta de R$ 25,9 bilhões em 2007, ante R$ 22,6 bilhões no ano anterior. Os atacadistas distribuidores do setor farma, com 20,2% de incremento, foram os que apresentaram o maior crescimento percentual de um ano para o outro, passando de uma receita de R$ 3 bilhões, para R$ 3,8 bilhões. Os distribuidores de material de construção cresceram 11,3% com faturamento de R$ 1,8 bilhão, contra R$ 1,6 bilhão em 2006.
O resultado demonstra que as empresas participantes do Ranking continuam dando maior ênfase à venda de produtos mercearis, que responde por 63,5% das vendas, contra 36,5% de produtos não-mercearis. Ainda assim, a categoria teve redução de 6,3% pontos percentuais, passando de 69,8% em 2006 para 63,5% em 2007. Essa redução pode indicar uma possível busca das empresas por aumento na diversidade de produtos comercializados. O crescimento das vendas de produtos das categorias de bebidas alcoólicas e de cosméticos confirma essa tendência.
Fonte: abad.com.br
Sem comentários »Brasil é ’solução óbvia’ para crise de alimentos, diz jornal inglês
Por Daniela Milanese, da Agência Estado
Para ‘Financial Times’, potencial do País tem sido ignorado; em entrevista, Amorim culpa subsídios dos ricos
LONDRES - O Brasil é uma “solução óbvia” para o problema da alta do preço dos alimentos que ameaça o mundo, avalia o Financial Times. Conforme o jornal inglês, no entanto, o potencial do País nessa área tem sido largamente ignorado. “O mundo desenvolvido parece propositadamente míope em relação às oportunidades que o Brasil apresenta.”
O FT afirma que o País tem grandes reservas de terras cultiváveis desocupadas, a maioria delas hoje servindo como pasto, e que podem facilmente se transformar em áreas de produção de grãos e outros alimentos. “O problema é que a maior parte da produção agrícola brasileira continua enfrentando tarifas proibitivas e outras barreiras colocadas pelos mercados desenvolvidos na Europa e nos Estados Unidos.”
Segundo o jornal, se a produtividade da pecuária for elevada de 0,8 gado por hectare para 1,2, cerca de 80 milhões de hectares de terras seriam liberados para o plantio de alimentos. “Mas isso irritaria os fazendeiros americanos e europeus.”
Em entrevista ao jornal, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que a resposta correta à crise dos alimentos, além de dar prioridade ao combate à fome, é atacar a raiz do problema: os subsídios dos países ricos, que enfraquecem a produção das nações em desenvolvimento. “A fome mundial não é resultado de falta de oferta, mas principalmente do baixo nível de renda dos países pobres”, afirmou o ministro.
O FT avalia que o Brasil possui sua parcela de culpa nessa discussão, pois tem feito pouco para combater a “histeria contra a suposta ameaça do etanol à floresta Amazônica”, por exemplo. “Uma ameaça que, se existe, está mais relacionada à ilegalidade na região da Amazônia do que aos imperativos econômicos da produção de etanol.”
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »Especial - A crise dos alimentos

Alta global de preços provoca protestos e conflitos em vários países
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »Confiança do consumidor atinge recorde em abril, diz Fecomercio
Resultado é o melhor já já apresentado na série histórica do índice.
Em relação a 2007, confiança cresceu mais de 16%.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) atingiu 149 pontos em abril na cidade de São Paulo, um aumento de 0,8% em relação a março e de 16,2% em relação ao mesmo período de 2007. Os dados são da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que apura o índice mensalmente desde 1994. Segundo a instituição, o resultado de abril é o melhor já apresentado na série histórica do índice.
A evolução do ICC se deve principalmente à melhora da percepção do consumidor em relação a sua situação atual. De acordo com a Fecomercio, o bom momento da economia, as melhorias efetivas no mercado de trabalho e a expansão da renda, que reflete diretamente no poder aquisitivo, foram os principais motivos que contribuíram para a melhora dessa percepção.
ÍndiceO ICC varia de zero a 200 pontos, indicando pessimismo abaixo de 100 pontos e otimismo acima desse patamar, e é composto por dois indicadores: o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice das Expectativas do Consumidor (IEC).
Em abril deste ano, o ICEA, que registra como o entrevistado percebe a sua situação atual, apresentou alta de 2,2% (157,5 pontos). No entanto, o IEC, que contempla a percepção em relação ao futuro, teve baixa de 0,3% em relação a março, atingindo 143,4 pontos em contraponto a 143,7 pontos do mês anterior.
Renda, sexo e idadeNa análise por faixa de renda, em relação ao mês de março, o ICC de abril teve queda de 1,1% (144,4 pontos) entre os paulistanos com rendimentos inferiores a 10 salários mínimos (até R$ 4.150,00). Em relação ao IEC, apresentou baixa de 3,6% (138,2 pontos), enquanto o ICEA obteve incremento de 2,5% (153,8 pontos).
Os consumidores na faixa de renda superior a 10 salários mínimos tiveram alta de 3,9% no ICC (157,4 pontos). O IEC também apresentou elevação de 5,6% (152,8 pontos) e o ICEA variou positivo em 1,6% (164,3 pontos).
De acordo com a Fecomercio, os homens estão mais otimistas que as mulheres (153,8 pontos contra 144,4 pontos respectivamente) e os consumidores com idade inferior a 35 anos se mostraram mais confiantes em abril.
Fonte: g1.globo.com
Sem comentários »Consumo e estoque baixo encarecem comida
Se o Brasil ficou praticamente imune à atual retração da economia mundial, não deverá se livrar dos efeitos da forte alta das commodities quando se refere à inflação, informa reportagem de Mauro Zafalon na edição dominical da Folha (íntegra do texto exclusiva para assinantes do jornal e do UOL). Por ser um dos principais produtores mundiais de grãos e carnes, o país terá impacto menor do que o dos importadores de alimentos. Mas a alta mundial acelerada já está presente na mesa dos consumidores brasileiros.
Foco de atenção dos líderes mundiais, que colocaram o preço dos alimentos no centro das prioridades globais, a alta preocupa também os brasileiros. Na média, os alimentos subiram 11,24% em 12 meses –mais do que o dobro da inflação em São Paulo no período, conforme informações da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). No período, o feijão subiu 168%; o óleo de soja, 56%; o pãozinho, 17%; o filé mignon, 22%; o leite em pó, 42%.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, diz acreditar que os preços das commodities vão continuar elevados, podendo, inclusive, mudar de patamar para cima em dois anos. “Os preços das commodities se formam lá fora. À medida que há aumento por lá, imediatamente bate aqui.”
Reações
A preocupação com a recente alta dos preços dos alimentos e o forte crescimento da demanda no mercado mundial foi tema de declarações de uma série de órgãos internacionais ao redor do mundo na semana passada.
Na quinta-feira (10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, durante viagem à Holanda, que os recentes aumentos nos preços dos alimentos indicam que é necessário produzir mais em nível mundial, mas que não se pode culpar o investimento nos biocombustíveis pela pressão nos preços.
No dia seguinte (11), Lula voltou ao assunto ao afirmar que a elevação dos preços dos alimentos é “inflação boa”, que “convoca” os países a produzir mais e atender à demanda por alimentos no mundo. “A inflação sobre os alimentos é decorrente do fato de que as pessoas estão comendo mais”, disse Lula. “Ora, na medida em que mais gente começa a comer carne, produtos de soja, trigo… se a produção de alimentos não aumentar, obviamente que nós vamos ter inflação.”
No mesmo dia, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também disse, em Washington, que acredita que o Brasil poderá se beneficiar da alta mundial de preços de alimentos. Segundo Mantega, a inflação alimentar “tem o lado ruim, de aumento de custo de alimentos, mas o lado bom, que é o do choque de oferta”. De acordo com o ministro, o Brasil se encontra em uma posição privilegiada, porque tem muitas terras agrícolas.
Também de manifestaram sobre o assunto na semana que passou o primeiro-ministro britânico, Gordon Brow, a ONU (Organização das Nações Unidas), o FMI (Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e o representante da FAO (Organização da ONU para a Agricultura e Alimentação) para América Latina e Caribe, José Graziano.
Fonte: folha.uol.com.br
Sem comentários »Empresas miram nos bancos para combater cheque ruim
Projeto formulado a pedido dos pequenos empresários da região busca reduzir prejuízo com calotes
Por: Rafael do Prado
Blumenau - Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que prevê a criação do Cheque Garantido, uma forma de responsabilizar as instituições financeiras por cheques sem fundo emitidos por correntistas. A idéia do projeto partiu da Associação das Micro e Pequenas Empresas de Blumenau (Ampe), atendendo a reivindicações dos pequenos empresários do município. Em um levantamento, a Ampe constatou que, entre novembro de 2006 e novembro de 2007, o número de cheques sem fundo recebidos na região cresceu 5,7%.
Para a assessora da Ampe, Sílvia Giese, o projeto apresentado em Brasília irá beneficiar as micros de todo país e garantir que a economia do pequeno empresariado cresça a passos largos.
- Queremos minimizar a mortalidade das micro empresas, pois os cheques sem fundo são responsáveis direto por falência. Na confiança, comerciantes aceitam as folhas de amigos e vizinhos e acabam no prejuízo - analisa Sílvia.
O presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Fampesc), Cloir Dassoler, acredita que a proposta será aprovada no Congresso Nacional. Para ele, os bancos e instituições financeiras têm responsabilidades por cheques de correntistas.
- Eu acho a idéia muito boa. É preciso que haja mais critério na emissão de cheques. Dão para qualquer um, sem qualquer base. E quem sofre são os mercados de bairro, lojas etc. Não dá para agüentar tanto calote - avalia.
O projeto chegou a Brasília por meio do deputado federal Décio Lima (PT), que assina a proposta da criação da lei.
- Os bancos dão a possibilidade do ingresso no sistema financeiro através de conta, limite e cheque e depois se eximem de qualquer responsabilidade - argumenta o deputado.
A assessoria de imprensa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que a instituição só se manifestará sobre o tema caso a proposta seja aprovada.
( raffael.prado@santa.com.br )
Fonte: clicrbs.com.br
Sem comentários »Palestra Beneficente sobre Substituição Tributária
Tópicos Abordados
:: Substituição Tributária é uma nova sistemática de cobrança de tributos que será implantada nos três estados do Sul a partir de abril próximo.
:: Inicialmente valerá para alguns segmentos, porém, com grande possibilidade de sua abrangência ser ampliada para outros setores.
Palestrante
:: João Paulo Mosena
:: Economista, graduado pela Aprocruz-RS
:: Profissional com ampla experiência, tendo atuado como Fiscal de Mercadorias em Trânsito, Coordenador da Operação Safra, Exator Estadual, Inspetor de Exatorias – SMOeste, Fiscal de Tributos Estaduais, Gerente de Organização Administrativa da Fazenda Estadual, Gerente de Tributação da Fazenda Estadual, Representante de Santa Catarina na COTEPE/ICMS, Diretor de Administração Tributária da Fazenda Estadual, Partícipe do Grupo Corregedores do Fisco, Aposentado como Fiscal de Tributos Estaduais, Monitor de Treinamentos e Assistente Tributário.
Local da Realização
:: Sede AEMFLO/CDL-SJ
:: Auditório Dite Freitas
:: Data 25/03 às 19h00
:: Av. Leoberto Leal, 64 - Barreiros - São José/SC
Informações/Inscrições
:: A palestra é patrocinada pela empresa Orsitec
:: Entrada mediante a doação de 1kg de alimento não perecível
:: Confirme sua presença respondendo este e-mail ou no telefone (48) 4009-5512
Mais detalhes, clic aqui
Sem comentários »Potencial atrai investidor a SC
Por Juliana Wilke
Florianópolis, 18 de Março de 2008
O arrendamento do porto de Imbituba pela Wedélia, subsidiária da Santos Brasil Participações, vai impulsionar a economia da região Sul de Santa Catarina e dotar o estado com o status de um dos mais bem servidos de portos no Brasil. Santa Catarina acaba de ganhar um novo porto, em Navegantes, no final do ano passado, do grupo Portonave, cujo investimento privado foi de R$ 423 milhões.
Em 2009, está prevista a entrada em operação do porto de Itapoá, também privado, com investimentos de R$ R$ 350 milhões. Somados a São Francisco do Sul e Itajaí, Santa Catarina terá cinco portos. Apesar do fluxo intenso de investimentos neste setor, o consultor portuário, Gilberto Barreto, estima que dentro de cinco anos, a capacidade portuária estará totalmente ocupada.
O porto de Imbituba sempre viveu às sombras da sua áurea época de principal expoente na movimentação de carvão. Com a redução das alíquotas de importação e a retirada do subsídio à extração do minério, em 1990, uma tormenta se abateu sobre o porto, que, desde então, não conseguiu mais alcançar o limite da sua capacidade total de movimentação, de quatro milhões de toneladas/ano.
Com destaque nas importações de fertilizantes, coque, milho, sal e barrilha e nas exportações de congelados, açúcar e contêineres, Imbituba movimentou, no ano passado, 1,46 milhão de toneladas, menos do que o registrado em 2006, que foi de 1,47 milhão de toneladas. Deste total, 1 milhão de toneladas foi importação. Das compras, 399,86 mil toneladas foram de coque, com participação de 39,85%, seguido dos contêineres 12,52%, de fertilizantes, com 10,88% e trigo (10,17%). As exportações responderam por 464,38 mil toneladas, sendo que os contêineres representaram 105,81 mil toneladas 27,47%, o sal 18,83% e congelados 17,66%.
“Pode-se estar ainda longe das 4,11 milhões de toneladas obtidas na época áurea do carvão, mas com a emergente atração de novos investidores e parceiros pode-se vislumbrar um futuro promissor para o porto de Imbituba nos próximos anos”, diz Barreto. A configuração atual do cais acostável e do pátio disponível permite movimentação de até 150 mil TEUs/ano.
Segundo Barreto, há um grande potencial de captação de cargas em Santa Catarina, e no norte do Rio Grande do Sul, de cargas refrigeradas (frangos, suínos e frutas), móveis e produtos industrializados de madeira, produtos da indústria metal-mecânica e de máquinas, cerâmica e fumo.
O plano de expansão da Santos Brasil contempla a extensão do atual cais acostável, sendo possível a construção de mais um berço, que, aliada à utilização parcial de berço público já existente, eleva a capacidade do porto para cerca de 950.000 TEU/ano. Para tanto, o programa de investimento, incluindo a aquisição de equipamentos, está orçado em R$ 283 milhões. O projeto contempla uma expectativa de movimentação de 570.000 TEU/ano em 2013 (360.000 contêineres).
Situado no centro sul do litoral do estado de Santa Catarina, Imbituba foi construído em uma enseada aberta ao mar, possuindo águas abrigadas e profundas. Sua bacia de evolução tem condição de profundidade e dimensões. O canal de acesso ao porto é igualmente profundo, permitindo a navegação de navios de grande porte a qualquer hora do dia e da noite. Possui grande capacidade de crescimento devido ao tamanho de sua retaguarda. Atualmente conta com quatro berços de atracação com 9,5m de calado cada um.
O porto está ligado à BR 101 por rodovia pavimentada, distante sete quilômetros. Atualmente, a BR 101 permite o tráfego de caminhões sem interrupção ou congestionamento, sendo que obras de duplicação na região estão em fase final. Adicionalmente, o porto foi beneficiado com a inauguração, em dezembro de 2007, da rodovia Rota do Sol, que permite o fluxo da carga oriunda do norte do estado do Rio Grande do Sul até o litoral sul de Santa Catarina sem a necessidade, até então existente, de cruzar a região urbana de Porto Alegre, assim reduzindo o percurso em quase 100 quilômetros.
Fonte: Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 7
Sem comentários »Varejo brasileiro tem melhor ano desde 2001
As vendas do comércio varejista brasileiro tiveram no ano passado a maior expansão desde 2001, confirmando a força da demanda interna que vem sendo o motor do crescimento do país, publicou o G1.
O estímulo às compras, segundo a Reuters , veio do aumento do emprego e da renda do trabalhador, além da maior oferta de crédito e da estabilidade da economia, que gera confiança, segundo analistas. De acordo com a Folha Online, o volume de vendas subiu 9,6% em relação a 2006, a melhor leitura desde o início da série histórica, em 2001, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta segunda-feira (18/2).
Fonte: Site Época Negócios
Sem comentários »Consumidor não pagará mais para desbloquear o celular
Uma série de mudanças nas regras da telefonia móvel passam a valer a partir de 13 fevereiro. Desbloqueio de celulares, chamadas de graça para serviços de emergência e ampliação do prazo para utilização de créditos são algumas delas
A partir do dia 13 de fevereiro próximo, fica proibida a cobrança de qualquer valor para desbloquear celulares. A determinação está no regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP) da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A nova regra possibilita ao usuário trocar de operadora - com a simples remoção do chip, que contém os serviços e o número da linha - sem mudar de aparelho. No fim das contas, o consumidor pode aproveitar mais promoções sem o custo adicional do desbloqueio.
“Você deixa claro para o cliente que ele pode escolher a operadora, e a briga passa a ser pelo serviço”, diz Flávia Bittencourt, diretora de Marketing da Oi. A operadora, a propósito, arriscou forte campanha contra a venda de celulares bloqueados. “Já vimos trabalhando isso desde maio de 2007. Essa estratégia surgiu de pesquisas que fizemos com clientes e observamos também que já havia um mercado informal de desbloqueio”, completa Bittencourt. A estratégia deu certo. “No dia dos pais, lançamos a promoção dos ligadores. Entre agosto e setembro, vendemos como nunca. Tivemos um resultado excepcional, no segundo semestre, por causa dessa campanha do desbloqueio”.
Além do desbloqueio, as operadoras de telefonia móvel serão obrigadas a cumprir uma série de mudanças, determinadas pela Anatel no ano passado. O cancelamento de linhas, por exemplo, deverá ser feito no prazo máximo de 24 horas, a partir da solicitação do usuário. A cobrança de chamadas antigas, feitas há mais de dois meses, ocorrerá somente após negociação com o cliente e devem ser discriminadas em faturas separadas. Também pelas novas regras, fica garantida a devolução, em dobro, com juros e correção monetária, de valores cobrados indevidamente e pagos.
Os usuários de celulares pré-pagos, que representam hoje 80% do total de aparelhos em funcionamento no País, terão mais tempo para utilizar os créditos, cuja validade será estendida até 180 dias, quando hoje eles expiram em 90 dias. As empresas terão que revalidar os créditos expirados a partir do momento em que o usuário inserir novos créditos.
As chamadas para os serviços de Emergência serão gratuitas, mesmo no caso de usuários fora da área de serviço, que ficarão livres de pagar roaming. Os usuários de serviços pré-pagos também poderão fazer estas chamadas e outras que não impliquem em débitos, ainda que tenham seus créditos vencidos.
Outra mudança diz respeito à fidelização: as mudanças entre planos poderão ser feitas a qualquer momento, sem carência para o usuário. A exceção é para os casos em que forem oferecidos benefícios ao usuário por parte da prestadora, como, por exemplo, a oferta de aparelhos subsidiados. Para ajudar na escolha da melhor opção, quem tem celular pós-pago poderá pedir semestralmente, sem custo, uma comparação dos planos alternativos para escolher a melhor opção.
Por meio de suas assessorias de imprensa, a Tim e a Claro informaram que estão fazendo as adaptações necessárias às novas regras para cumprir o prazo estabelecido pela Anatel.
MUDANÇAS QUE PASSAM A VALER A PARTIR DE 13 DE FEVEREIRO
DESBLOQUEIO
Fica proibido cobrar pelo desbloqueio de celulares e os novos aparelhos passam a ser vendidos desbloqueados.
CRÉDITOS
A validade dos créditos de celulares pré-pagos passa a ser de 180 dias, o dobro do prazo anterior. Créditos expirados serão revalidados a partir da inserção de novos créditos (desde que antes do prazo de rescisão do contrato).
CHAMADAS GRATUITAS
As chamadas para serviços de emergência serão gratuitas, mesmo para consumidores fora da área de cobertura. A norma vale inclusive para usuários de serviços pré-pagos que não disponham de crédito, que poderão ainda realizar outras chamadas que não impliquem em débitos (a cobrar, por exemplo).
CANCELAMENTO DE LINHAS
Em caso de pedido de cancelamento da linha, a operadora terá até 12 horas para enviar ao usuário um número de protocolo do recebimento do pedido - que poderá ser feito por e-mail, call center, mensagem do celular. O serviço deve ser desabilitado em no máximo 24 horas após o recebimento do pedido de cancelamento.
COMPARAÇÃO ENTRE PLANOS
Usuários de planos pós-pagos alternativos poderão solicitar comparação entre planos, que deverá conter simulações dos valores gastos nos últimos três meses em seu plano de serviço e os que seriam gastos caso fosse outra a escolha, para que possa visualizar mais facilmente qual de fato é a melhor opção.
FIDELIZAÇÃO
O prazo de carência deixa de existir e as mudanças entre planos podem ser feitas a qualquer momento. As regras permitem, no entanto, que a prestadora exija o cumprimento de prazo de permanência no caso de serem oferecidos benefícios ao usuário, como, por exemplo, a oferta de aparelhos subsidiados.
COBRANÇAS INDEVIDAS
Pelas novas regras, a operadora tem que devolver, em dobro, com juros e correção monetária, valores cobrados indevidamente e pagos pelo usuário.
INADIMPLÊNCIA
A Anatel estabeleceu novos prazos para os casos de inadimplência. As operadoras poderão suspender chamadas a partir de quinze dias após o vencimento da fatura (exceto para os Serviços de Emergência ou para números que não importem débitos). Trinta dias depois, a prestadora pode suspender o serviço, não havendo mais cobrança de assinatura ou qualquer valor referente à prestação do serviço. Quarenta e cinco dias após a suspensão do serviço, se continuar a inadimplência, a prestadora pode rescindir o contrato. Quinze dias depois de notificar ao assinante, a prestadora poderá encaminhar o nome do devedor a serviço de proteção ao crédito.
Fonte: Jornal O Povo
Sem comentários »Supersimples pode provocar prejuízo a 500 mil empresas
Autor: Zínia Baeta; Cristine Prestes e Josette Goulart
Fonte: Valor Econômico
Para 492.793 micro e pequenas empresas brasileiras, o ingresso no Supersimples, ao invés de trazer benefícios, pode se transformar em uma armadilha. Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) demonstra que 212.793 empresas industriais e comerciais ficam impedidas de transferir aos seus clientes créditos de ICMS se aderirem ao novo sistema de recolhimento simplificado de tributos. Outras 280 mil prestadoras de serviço que têm gastos expressivos com mão-de-obra podem ter um aumento da carga tributária com a adesão.
O estudo do IBPT foi feito a partir do universo de 2,56 milhões de micro e pequenas empresas que estavam no antigo Simples federal e que vinham apresentando as declarações em dia. Não inclui, portanto, as empresas que passaram a ter a opção de aderir ao novo sistema, criado pela Lei Complementar nº 123, e nem as que foram incluídas no Supersimples com a aprovação do projeto que amplia os benefícios da legislação pelo Senado na terça-feira à noite, que ainda depende de sanção presidencial (leia matéria abaixo). Ainda não há estimativa do número de empresas que passam a poder aderir ao sistema com o projeto de lei. Mas o IBPT calcula que as incluídas no Supersimples pelo texto original da legislação somam 130 mil - e que, destas, apenas 47 mil teriam vantagens com a adesão.
De acordo com o estudo, as mais de 212 mil empresas que podem enfrentar dificuldades ao ingressar no Supersimples ficam, com a nova lei, impedidas de transferir créditos de ICMS para seus clientes. Elas movimentam cerca de R$ 45,88 bilhões ao ano e transferiam R$ 4,78 bilhões de créditos de ICMS anualmente às clientes que adquirem seus produtos. Na prática, isto pode tornar suas mercadorias menos competitivas do que as dos concorrentes enquadrados em outros sistemas de apuração, como o lucro presumido ou o lucro real. Isto ocorre porque o antigo Simples, por reunir apenas tributos federais, não trazia esta vedação para o ICMS. “Na prática, o ICMS delas aumentou”, diz Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT.
A mudança tem provocado uma enorme dor de cabeça aos empresários das micro e pequenas empresas que não vendem ao consumidor final. Isto porque muitos estão sendo obrigados a fornecer descontos de ao menos 18% a seus clientes para mantê-los - percentual que corresponde aos créditos gerados e transferidos a eles. Há empresas que estão migrando para outras sistemáticas de apuração tributária e ainda as que estão demitindo funcionários para fazer um ajuste de contas.
A empresária Neide Augusto Feitosa de Freitas, sócia da microempresa Engelume Indústria e Artefatos, ainda está em compasso de espera. Ela tem esperança de que até o dia 15 de agosto - quando termina o prazo para optar pelo Supersimples - o governo promova alguma mudança no sistema. Segundo Neide, em uma conversa informal seus clientes demonstraram interesse em manter os créditos de ICMS. “Ou mudamos para o lucro presumido ou damos descontos”, afirma. Mas dar descontos, afirma, é complicado, já que a empresa teria uma redução de 8% em seu lucro. “Não conseguiremos repassar os custos, teremos que mexer na margem de lucro e não teremos ganho para investir na empresa, que ficará parada”, diz.
A demissão foi a solução encontrada pela microempresa Amazon Tropical, produtora de óleos vegetais para cosméticos, para não fechar as portas diante da nova realidade. A Amazon era optante do antigo Simples federal e gerava créditos de ICMS para seus compradores. O proprietário, Pedro Rivaben, afirma que para assegurar aos seus três clientes um desconto de 18% demitiu seus quatro funcionários - que vão abrir uma empresa, com máquinas cedidas pelo próprio empresário, para fornecer à Amazon.
Na outra ponta, a história se confirma. O advogado Luiz Rogério Sawaya, do escritório Nunes e Sawaya, conta que está atuando em uma operação de aquisição de equipamentos para um cliente que seriam adquiridos de três empresas que estão no Supersimples. Durante a negociação, elas alegaram não terem condições de conceder descontos de 18% em função da vedação aos créditos de ICMS - e a compradora, então, vai fechar negócio com fornecedores cuja sistemática é o lucro presumido.
Já no caso das prestadoras de serviço, o ingresso no Supersimples depende de um estudo prévio - sob pena de o sistema aumentar a carga tributária. Tributaristas afirmam que o novo sistema pode prejudicar as empresas que possuem gastos com mão-de-obra em torno de 40% do faturamento. -Segundo o estudo do IBPT, das 730 mil prestadoras enquadradas no Simples federal, apenas 450 mil terão vantagens com o novo sistema.
Sem comentários »Brasil mudou, mas estrada é longa até atingir plenitude…

Por: Alex Agostini
InfoMoney
Felizmente, o ano de 2007 encerrou com um balanço geral muito positivo, seja pelo lado real da economia ou pelo lado financeiro. Certamente será um ano que ficará marcado positivamente na história da economia brasileira e mundial.
No Brasil, há muito tempo não se tinha o registro de um crescimento consistente do emprego e da renda, nunca se fabricou e venderam tantos automóveis e imóveis, e nunca as pessoas estiveram tão confiantes para investir em ativos de maior risco como a bolsa de valores, reflexo da confiança no futuro da economia.
A taxa de juros nunca chegou a níveis tão baixos e a taxa de inflação nunca permaneceu tão comportada por tanto tempo, além da realização de uma importante mobilidade social, com um número menor de pobres e miseráveis, mesmo que ainda em níveis pífios.
“2008 será um ano extremamente importante para testar a resistência da economia brasileira ”
Porém, é verdade e fato que todos esses frutos “saudáveis” que estão sendo colhidos foram gerados pela semente plantada há 4.933 dias. É inegável que hoje temos um país diferente e melhor, mudamos de patamar. Mas não devemos nos iludir, pois ainda há muito trabalho a fazer.
No mundo, há praticamente três décadas não se vivia um momento tão próspero com a economia registrando crescimento ao redor de 5% ao ano, e as expectativas para 2008 são igualmente otimistas, mesmo considerando que haja um “ajuste” nas economias industrializadas, em particular na maior potência econômica mundial: Estados Unidos da América.
Vale destacar, porém, que o combustível para o vigor do crescimento mundial nos últimos anos não teve como origem os tradicionais “países desenvolvidos”, mas sim os países considerados “emergentes”, com destaque para China, Índia, Rússia e Brasil, economias consideradas como as “novas potências” mundiais daqui a 30 ou 50 anos!
Por enquanto, o Brasil segue como coadjuvante na cena do crescimento mundial, mas é certo que tem desempenhado um papel cada vez mais importante no time do segundo escalão. Por exemplo, as empresas nacionais romperam fronteiras e saíram às compras em 2007, mudando a histórica escrita de ser um País meramente receptor de recursos.
A competitividade nas commodities (agrícolas, minerais e metálicas) tem avançado nos últimos anos, acompanhada por significativo avanço nos segmentos de maior concorrência internacional como, por exemplo, os produtos semi e industrializados.
No fundo sabe-se que, apesar de todas as conquistas do País, ainda faltam muito trabalho e ajustes na condução da economia para que a estrada construída até aqui tenha continuidade e melhorias nos próximos anos.
Sabe-se também que 2008 não será um ano tão próspero quanto foi 2007, mas será um ano extremamente importante para testar a resistência da economia brasileira para enfrentar um significativo ajuste na economia mundial, da qual ainda carrega relativa dependência.
Alex Agostini é economista-chefe da Austin Rating e escreve mensalmente na InfoMoney, às segundas-feiras.
alex.agostini@infomoney.com.br
Fonte: InfoMoney
Sem comentários »Vendas nos supermercados de SC cresceram 6,76% em agosto
Florianópolis (SC) – As vendas dos supermercados catarinenses cresceram 6,76% no mês de agosto de 2007 em comparação a agosto de 2006. Em relação a julho de 2007 também houve crescimento, com 5,31%. No acumulado de 2007, janeiro a agosto a variação é positiva em 4,16%. Os números foram apurados em pesquisa realizada pela WB Telecom para a ACATS - Associação Catarinense de Supermercados junto a 50 das principais empresas do setor em todas as regiões de Santa Catarina.
Neste mês de setembro Santa Catarina teve seu resultado mensal alinhado com o índice nacional divulgado pela ABRAS, de 6,4% em agosto. Ainda em relação ao resultado nacional, segundo a ABRAS, no acumulado de 2007, o faturamento do setor registra avanço de 6,6%, dois pontos percentuais acima da performance catarinense.
De acordo com o Presidente em exercício da ACATS, Júlio Cesar Lohn, fatores conjunturais da economia favorecem o crescimento das vendas, principalmente a combinação entre a estabilidade de preços e o ganho de renda de algumas faixas da população. “A opção por um cardápio de mais quantidade de alimentos e por mais qualidade puxa este consumo”, revelou o dirigente.
São Miguel do Oeste - A Feira de Grandes Negócios da ACATS do Extremo Oeste será realizada nos dias 21 e 22 de outubro no Parque de Exposições da Faísmo, em São Miguel do Oeste. Segundo o Vice Presidente da ACATS, Francisco Crestani, as perspectivas do evento são muito boas. Ano passado o evento recebeu R$ 5,5 mil visitantes e o volume de negócios foi de R$ 11 milhões. Patrocinadores: Girando Sol, Koller, Luplast, Perdigão, Deycon, Coca-Cola e Bunge.

Repercussão: José Emílio Menegatti: 47 8407.0260
Fontes: Acats/Abras/SEF-SC
Acompanhamento: Fátima Merlin - LatinPanel
Jornalista Marcos Heise (MTb-SC 0932)
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