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Os erros que matam empresas
Consultores americanos apontam dez decisões erradas que podem implodir um negócio – principalmente se for de pequeno porte
Decisões equivocadas de empreendedores costumam ser tão ou mais lesivas aos negócios do que turbulências financeiras – principalmente no caso de companhias de menor porte. Foi pensando nisso que os empreendedores americanos Luke Johnson e Jay Goltz escreveram sobre os erros mais comuns do mundo empresarial. Johnson é sócio da firma de private equity Risk Capital Partners e colunista do jornal inglês Financial Times. Goltz é dono do Goltz Group, uma pequena rede de varejo de Chicago especializada em objetos de arte e design, e mantém um blog no site do jornal The New York Times. “Empresários tomam centenas ou milhares de decisões por ano, muitas das quais parecem sem consequência. Porém, mesmo os menores detalhes podem ser decisivos à sobrevivência do negócio”, escreve Goltz. A seguir, os dez problemas mais comuns apontados pela dupla, adaptados ao contexto brasileiro.
MAIS DO QUE AS CRISES, AS DECISÕES ERRADAS SÃO O GRANDE RISCO PARA OS NEGÓCIOS
• Endividamento crônico - Com a retomada econômica, muitos empreendedores veem o aumento das dívidas como uma situação menos preocupante – o que não é verdade. Os empreendedores precisam ter total clareza dos motivos do endividamento e do destino dos recursos obtidos por meio de financiamentos e empréstimos. Caso a dívida seja de fato maior do que a capacidade da empresa de pagá-la, é recomendável uma renegociação imediata.
• Sócios e funcionários errados - Várias companhias dão com os burros n’água por causa de disputas entre os sócios. Jamais entre num negócio sem um acordo por escrito. Numa outra escala, a contratação do empregado errado pode também ser explosiva. Se você não for o responsável direto pelas contratações, treine bem os funcionários encarregados delas.
• Contador errado - A tarefa principal do contador não é lançar dados em livros de registros, mas sim auxiliar a empresa na análise e nas decisões estratégicas de negócios. Ele precisa ter um conhecimento profundo das atividades da empresa que assessora. Um contador despreparado ou desatualizado é um risco altíssimo.
• Dependência excessiva - É comum, entre empresas pequenas, a dependência a um único cliente. Se ela o perde, os problemas podem ser incontornáveis. A resposta é a diversificação da clientela. Outra dica: como fornecedor, procure se tornar insubstituível. Assim, os riscos de ser cortado por um cliente diminuem.
• Caos em TI - Investir uma pequena fortuna em sistemas de informática de performance sofrível é caminho certo para o desastre. Busque um fornecedor que não apenas tenha bagagem técnica mas também inspire confiança.
• Entrar numa guerra de preços - A concessão de descontos agressivos pode se tornar uma estratégia suicida. O único ganhador desta batalha é o cliente, que fica mal acostumado com os preços irrisórios. Na disputa pelo cliente, tente oferecer outros diferenciais. O fator preço é o mais arriscado para a saúde do seu negócio.
• Aluguel caro - Você se entusiasma, e aluga a sede dos sonhos para o negócio. Isso pode ser uma bomba relógio. Parece óbvio, mas um negócio jamais deve ser iniciado ou expandido sem uma garantia de receita.
• Erros de seguro - São comuns três problemas em relação aos seguros. O primeiro, não entender a relação que existe entre o valor do seguro e o valor do que é segurado na empresa. O segundo é não prever processos movidos por funcionários, em questões como assédio moral. Em terceiro, não estar protegido contra a perda de receitas.
• Tornar-se antipático - Não é só o mau atendimento que afugenta clientes mas também atitudes sutis, como não aceitar cartões de crédito de determinadas bandeiras ou ser inflexível nas formas de pagamento. São decisões totalmente justificáveis, mas podem irritar os clientes.
• Não inovar - Algumas empresas levam o lema do “em time que está ganhando não se mexe” ao pé da letra. A autocomplacência costuma se instalar nas empresas com uma velocidade espantosa. Em alguns casos, é até mesmo saudável incutir no negócio um leve estado de paranoia, como defende o fundador da Intel, Andy Grove.
Fonte: Álvaro Oppermann - Época Negócios (Janeiro 2010)
Sem comentários »Dinâmica do Coaching
Dinâmica do Coaching
1) Conduzir através do questionamento;
a. Questione;
b. Saia de sua zona de conforto;
c. Busque outras alternativas, outras saídas;
d. Para um problema sempre há varias soluções;
2) Provoca atitudes positivas;
a. Consiga tirar das pessoas o melhor que elas possuem;
b. Potencialize em sua equipe os pontos positivos de cada membro;
3) Estimule mudanças;
a. Seja verdadeiro;
b. Deixe as pessoas falarem;
c. Abra os espaços necessários para o dialogo;
d. Tranquilize o grupo;
e. Deixe claro onde você quer chegar e qual é exatamente o seu objetivo;
4) Auxilie as pessoas a solucionarem seus problemas;
a. De apoio;
b. Estenda sua Mão;
c. Instrua;
d. Não seja assistencialista;
e. Motive;
f. Direcione;
5) Ajude as pessoas a aperfeiçoarem seus comportamentos para obtenção de melhores resultados;
a. Ajude sua equipe a renovarem seus princípios;
b. De a elas uma CAUSA, pois uma causa renova as energias e as motiva para vencer os desafios.
Fonte: Prof. Jair
Para saber mais:
Site gestaodepessoasrh
Site sbcoaching
TAF realiza encontro entre Gestores
O Encontro contou com a presença do Prof. Jair, que ministrou um treinamento.
Também foram discutidas as diretrizes da empresa.

Da esquerda para a direita: Dr.Petri; Sr.Tarciso; Dª Lurdinha; Prof.Jair; Rubien; Regina; Palopoli; Magda; Ederson; Tarciane; Joscinei e Alexandre.
Sem comentários »“O que vende é a embalagem”
Como conquistar o consumidor? Seduzindo pela forma e pela beleza do produto e de sua embalagem. “A função do designer é satisfazer a hierarquia das necessidades humanas”, diz Tucker Viemeister, premiado designer americano que está no Brasil para participar, como jurado, do Prêmio Idea Brasil, promovido pela ONG Objeto Brasil em parceria com Época NEGÓCIOS
Por Patricia Vasconcellos

Tucker Viemeister:
forma e função aparecem ao mesmo tempo
Não adianta ser útil e não ser belo. Um produto tem de seduzir. Assim pensa Tucker Viemeister, designer do Studio Red – empresa nova-iorquina ligada ao Rockwell Group – e criador de produtos premiados para empresas como Coca-Cola, McDonalds e Joe Boxer. Em visita ao Brasil, Tucker participou na noite desta segunda-feira (7/4), em São Paulo, do 1º Encontro Idea Brasil. O seminário integra o calendário do Prêmio Idea Brasil, a edição brasileira do respeitado concurso de design dos Estados Unidos, o International Design Excellence Award.
Criado no fim dos anos 70 nos Estados Unidos, a competição chega à América do Sul organizada pela ONG Objeto Brasil em parceria com Época NEGÓCIOS.
Viemeister está entre os jurados e avisa: procurará nos projetos o conceito que definiu como beautility – em português, uma junção de duas palavras: beleza e utilidade. “Se um objeto ou uma peça funciona bem mas não tem uma aparência boa então não é um trabalho bom. O mesmo conceito vale para o pensamento contrário. Se o produto parece bonito mas não funciona bem também não é realmente maravilhoso.”
Em entrevista exclusiva à Época Negócios, Viemeister vai ainda mais longe: diz que a maioria dos consumidores escolhe um produto pela maneira que ele se apresenta - pela forma ou pela embalagem. “No fim das contas, todos são seduzidos”, diz. Para comprovar essa teoria ele mostra uma pirâmide como aquela da cadeia alimentar, tão estudada nas escolas. Na base está a sobrevivência, o que precisamos para viver no dia-a-dia. Um pouco acima, diversão. Mais acima, paz, e, no topo, beleza. Assim ele resume todo o conceito do que ele chama de hierarquia das necessidades humanas. “Se você não pode fazer algo cada vez mais lindo, qual a questão em jogo?”. ”
Viemeister exemplifica sua tese citando um produto que ajudou a desenvolver. Um carrinho da Coca-Cola que trazia na parte da frente uma pequena geladeira. Uma pesquisa feita com consumidores desses carrinhos mostrou que 43% disseram achar a bebida mais saborosa. “O produto era o mesmo, exatamente o mesmo refrigerante encontrado em qualquer restaurante. Apesar disso, muitos consumidores afirmaram que a sensação ao consumir a bebida mudou pelo simples fato de ela ser entregue por algo que lhes agradasse a visão”, afirmou. “É pensando sob esa ótica que o designer deve trabalhar. As empresas devem perceber que o design vende por si mesmo, que o importante é trabalhar os dois conceitos ao mesmo tempo: forma e função”.
O designer americano, dono de 32 patentes nos Estados Unidos, dá mais um exemplo: os objetos de cozinha que criou para a marca OXO Good Grips. “Criei descascadores de cenoura, de batatas que não eram somente utilitários de cozinha mas objetos de diversão. O sucesso de um produto ou de uma marca está ligado também à experiência que esse produto proporciona ao consumidor.” Ou seja, o designer deve estar também sempre ligado ao sensorial. Viemeister acredita por exemplo que ao entrarmos em uma loja, deveríamos ter sempre uma experiência inesquecível. “Os lugares são importantes: móveis, cor, música, ambientação.” Se nos sentimos bem em um restaurante por exemplo, consumimos mais, ele diz. “Tudo deve ser pensado na interatividade.” Ao mesmo tempo em que ele dá esse conceito, aparecem no computador fotos de um restaurante idealizado por ele em Nova York. O menu interativo foi colocado no balcão em telas de cristal líquido. Borboletas são projetadas nas paredes e se movem dependendo da maneira que o cliente se posiciona na frente delas. “O design nos faz mais espertos e também torna os produtos mais baratos. Caro é, na verdade, um produto mal projetado”.
Época NEGÓCIOS – Como voce definiria “beautility”?
Tucker Viemeister – Criei esse termo pensando nos norte-americanos. Pelo que vejo, os brasileiros entendem melhor por que beleza é importante. Nos Estados Unidos muitas pessoas são muito práticas, não querem gastar dinheiro por algo frívolo como fazer um objeto mais bonito. Eu quis mostrar que beleza tem um valor e pode ser algo bom para as pessoas. Se um hospital tiver um aspecto interessante, as pessoas ficarão melhores mais rapidamente. Mas eu acho que os brasileiros já têm essa cultura. Eles sempre fazem algo parecer melhor do que é. Eles pintam suas casas de cores mais claras do que se deve ser.
NEGÓCIOS – O que é mais importante? A funcionalidade de uma peça ou a estética?
Viemeister – Um bom designer não pensa se um objeto ou uma criação deve ser bela ou funcional. Esses dois conceitos são pensados sempre juntos. Para mim, forma e função aparecem ao mesmo tempo. Boas criações são aquelas que são belas e funcionam bem ao mesmo tempo. Se algo funciona bem mas não tem uma aparência boa então não é maravilhosa e vice-versa. Se parece bonito mas não funciona bem não é realmente maravilhoso.
NEGÓCIOS – Uma peça de design deve emocionar?
Viemeister – Acho que as pessoas devem se emocionar mas acredito que design é mais que isso: é intelectual. Por exemplo, o trabalho de Einstein é belo. Tudo que ele fez foi simples e elegante. Um produto muito mais belo que qualquer estrela de cinema. A beleza desenvolve um lado intelectual.
NEGÓCIOS – Qual seu trabalho preferido?
Viemeister – Good grips, peças de cozinha é um bom exemplo. Fizeram muito sucesso, e as pessoas adoram. Eu gosto mas para mim não é um grande negócio assim como é para as outras pessoas. Por exemplo, meu pai, que também era designer, criou o Tucker [marca de carro], e agora todos só perguntam a ele sobre isso. Na verdade, ele trabalhou apenas três meses de toda sua carreira neste projeto. Por isso, não é algo que ele considere tão relevante.
NEGÓCIOS – Quais projetos ou marcas o senhor considera maravilhosos?
Viemeister – Eu amo tudo que a Apple faz. Como eles aparentam, são funcionais, interativos. Tudo é lindo. O MacbookPro, por exemplo, é muito clean, um formato que me agrada muito. O Mustang foi um bom carro, mas hoje em dia acredito que há muito para ser feito nesse ramo. Nenhum carro hoje em dia é bom o bastante. Muitos deles parecem o mesmo, falta criatividade. Apesar que, recentemente, estive envolvido num projeto com a Toyota e me dei conta do quão dificil é projetar um carro. Há muitas pessoas envolvidas, muito marketing, engenharia. Acho que por isso os italianos são tão bons em criar carros. Porque eles são focados. Sabem trabalhar em grupo.
NEGÓCIOS – Como você vê o design no Brasil?
Viemeister – O design no Brasil é quente, há muita coisa interessante aqui. Comparando com outros países, acho que o Brasil ocupa uma posição bem privilegiada com grandes talentos. Os irmãos Campana são famosos no mundo inteiro, e acho o trabalho deles magnífico. Acredito que o maior problema do Brasil é o tamanho. Por ser tão grande, fica difícil organizar um setor. É cada um por si. Por exemplo, os designers alemães divulgam o trabalho deles pelo mundo afora porque eles fazem parte de um país muito pequeno. O Brasil é tão grande, há muitas oportunidades, mas elas não aparecem porque falta interação no setor.
NEGÓCIOS – Se voce tivesse que criar uma peça que representasse o Brasil, como ela seria?
Viemeister – Acho que qualquer peça que fosse representar o Brasil deveria ter música no conceito. Seria uma boa metáfora. Algo com movimento, que parecesse dançar, porque assim vejo esse país. O samba é espetacular, muito emocional. Acho que Brasil, China e Índia são os três países com potencial para design entre outras coisas. A Índia tem grandes cérebros, na China, tudo avança muito rápido, e aqui no Brasil é essa sensualidade. Para representar esse país eu criaria algo que parecesse estar dançando.
Fonte: epocanegocios.globo.com
Sem comentários »Tecnologia: Ela pode ser uma grande aliada

Das grandes redes ao pequeno varejista, a tecnologia se adapta às “medidas” de qualquer empreendimento. Mas para isso é preciso conhecê-la e tirar todo o proveito dela.
Reduzir custos, aumentar eficiência, contro-le e estar sempre à frente dos concorrentes não é privilégio de grandes e médias empresas. Um pequeno varejista também pode, e o caminho para chegar a isso não é apenas a intuitiva austeridade na gestão.
A tecnologia, ao longo da história, tem se mostrado uma alternativa eficaz a esse propósito. Não é o oposto do consagrado feeling do varejista, mas o complemento. Aos que pensam que tecnologia é privilégio de empresas maiores, ledo engano. Entre os pequenos também é possível encontrar exemplo de uso bem sucedido de tecnologia, como veremos.
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Veja a matéria completa clicando aqui
Fonte: Revista SuperHiper
Sem comentários »Potencial atrai investidor a SC
Por Juliana Wilke
Florianópolis, 18 de Março de 2008
O arrendamento do porto de Imbituba pela Wedélia, subsidiária da Santos Brasil Participações, vai impulsionar a economia da região Sul de Santa Catarina e dotar o estado com o status de um dos mais bem servidos de portos no Brasil. Santa Catarina acaba de ganhar um novo porto, em Navegantes, no final do ano passado, do grupo Portonave, cujo investimento privado foi de R$ 423 milhões.
Em 2009, está prevista a entrada em operação do porto de Itapoá, também privado, com investimentos de R$ R$ 350 milhões. Somados a São Francisco do Sul e Itajaí, Santa Catarina terá cinco portos. Apesar do fluxo intenso de investimentos neste setor, o consultor portuário, Gilberto Barreto, estima que dentro de cinco anos, a capacidade portuária estará totalmente ocupada.
O porto de Imbituba sempre viveu às sombras da sua áurea época de principal expoente na movimentação de carvão. Com a redução das alíquotas de importação e a retirada do subsídio à extração do minério, em 1990, uma tormenta se abateu sobre o porto, que, desde então, não conseguiu mais alcançar o limite da sua capacidade total de movimentação, de quatro milhões de toneladas/ano.
Com destaque nas importações de fertilizantes, coque, milho, sal e barrilha e nas exportações de congelados, açúcar e contêineres, Imbituba movimentou, no ano passado, 1,46 milhão de toneladas, menos do que o registrado em 2006, que foi de 1,47 milhão de toneladas. Deste total, 1 milhão de toneladas foi importação. Das compras, 399,86 mil toneladas foram de coque, com participação de 39,85%, seguido dos contêineres 12,52%, de fertilizantes, com 10,88% e trigo (10,17%). As exportações responderam por 464,38 mil toneladas, sendo que os contêineres representaram 105,81 mil toneladas 27,47%, o sal 18,83% e congelados 17,66%.
“Pode-se estar ainda longe das 4,11 milhões de toneladas obtidas na época áurea do carvão, mas com a emergente atração de novos investidores e parceiros pode-se vislumbrar um futuro promissor para o porto de Imbituba nos próximos anos”, diz Barreto. A configuração atual do cais acostável e do pátio disponível permite movimentação de até 150 mil TEUs/ano.
Segundo Barreto, há um grande potencial de captação de cargas em Santa Catarina, e no norte do Rio Grande do Sul, de cargas refrigeradas (frangos, suínos e frutas), móveis e produtos industrializados de madeira, produtos da indústria metal-mecânica e de máquinas, cerâmica e fumo.
O plano de expansão da Santos Brasil contempla a extensão do atual cais acostável, sendo possível a construção de mais um berço, que, aliada à utilização parcial de berço público já existente, eleva a capacidade do porto para cerca de 950.000 TEU/ano. Para tanto, o programa de investimento, incluindo a aquisição de equipamentos, está orçado em R$ 283 milhões. O projeto contempla uma expectativa de movimentação de 570.000 TEU/ano em 2013 (360.000 contêineres).
Situado no centro sul do litoral do estado de Santa Catarina, Imbituba foi construído em uma enseada aberta ao mar, possuindo águas abrigadas e profundas. Sua bacia de evolução tem condição de profundidade e dimensões. O canal de acesso ao porto é igualmente profundo, permitindo a navegação de navios de grande porte a qualquer hora do dia e da noite. Possui grande capacidade de crescimento devido ao tamanho de sua retaguarda. Atualmente conta com quatro berços de atracação com 9,5m de calado cada um.
O porto está ligado à BR 101 por rodovia pavimentada, distante sete quilômetros. Atualmente, a BR 101 permite o tráfego de caminhões sem interrupção ou congestionamento, sendo que obras de duplicação na região estão em fase final. Adicionalmente, o porto foi beneficiado com a inauguração, em dezembro de 2007, da rodovia Rota do Sol, que permite o fluxo da carga oriunda do norte do estado do Rio Grande do Sul até o litoral sul de Santa Catarina sem a necessidade, até então existente, de cruzar a região urbana de Porto Alegre, assim reduzindo o percurso em quase 100 quilômetros.
Fonte: Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 7
Sem comentários »Gerenciamento do risco estratégico

Adrian Slywotsky
De acordo com Adrian Slywotsky, os mesmos tipos de comportamentos estratégicos que maximizam a probabilidade de uma organização realizar grandes feitos maximizam a probabilidade de ela entrar em total colapso.
Slywotsky estará no Fórum Mundial de Lucratividade para falar sobre lucratividade e o poder do cliente.
Para ele, as empresas deveriam estar alertas para riscos que podem destruir seus modelos de negócios.
As estratégias que oferecem grandes possibilidades de sucesso são, tipicamente, baseadas em visões do futuro e promessas ousadas, que por sua vez, são baseadas naquilo que se acredita que o futuro será. Infelizmente, o futuro é frequentemente imprevisível, segundo Slywotsky. Assim, empresas são levadas, muitas vezes, a se comprometer de forma equivocada. Consequentemente, estratégias baseadas em comprometimentos desta natureza tornam máxima a probabilidade de obter retornos igualmente máximos mas potencializam também ao máximo a probabilidade de fracasso.
Diante desse dilema, somos levados a concluir que tudo que sabemos sobre estratégia é verdadeiro mas perigosamente incompleto. O que falta, afirma Slywotsky, é uma discussão sobre risco estratégico.
Quando aceita a noção de que tudo é uma questão de assumir compromissos de longo-prazo, a maioria das organizações acaba, na realidade, evitando os tipos de comprometimentos ousados que tornam possível alcançar a grandeza.
O que Slywotsky sugere é, essencialmente, que se inverta o processo. Em vez de tentar gerenciar compromissos estratégicos do topo da empresa, estas devem gerenciar incertezas estratégicas do topo e deixar a realização e concretização dos compromissos estratégicos àqueles que estejam perto da ação.
Fonte: hsm.com.br
Sem comentários »O que você pode fazer já para ser um líder melhor
Você vive procurando um novo cargo para construir sua liderança? Talvez não precise ir muito longe. Conheça os cinco melhores tipos de oportunidade de aprendizado que estão ao seu redor.
Se você é como boa parte dos líderes, está sempre procurando um novo cargo para expandir sua capacidade de liderança. Não há nada de errado nisso; novas posições costumam oferecer muitas oportunidades de aprendizado e crescimento mesmo. Mas elas não são tão freqüentes como se desejaria e, ao ficar mirando no horizonte, você pode deixar de enxergar oportunidades bem mais próximas.
Quão próximas? Muito. Na nossa firma de consultoria na Carolina do Norte, Center for Creative Leadership (CCL), entrevistamos centenas de líderes sobre suas experiências de desenvolvimento e fizemos pesquisas complementares sobre oportunidades de aprendizado nos trabalhos atuais. Essa pesquisa nos convenceu de que um líder pode encontrar os desafios que expandirão seu conhecimento e suas habilidades de liderança no cargo em que estiver e sem aumentar sua carga de trabalho significativamente. É possível fazer isso ao ampliar a definição da posição, ao trabalhar em projetos temporários e ao abraçar papéis de liderança também fora do local de trabalho.
Não importa onde você procure seus desafios de liderança, o fundamental é que você os escolha com sabedoria -alguns tipos de desafio proporcionam maior aprendizado que outros. A seguir estão cinco tipos de desafios que oferecem enorme potencial de expansão e aprofundamento da capacidade de liderança.
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Leia o artigo completo aqui
Fonte: hsm.com.br
Sem comentários »A precariedade da logística onera o agronegócio
18 de Fevereiro de 2008 - Podemos afirmar que é quase impossível uma boa logística no Brasil, pois nossas estradas se encontram em péssimas condições, a malha ferroviária é do século passado e ainda com dois tipos de bitola, a estreita e a larga, o que complica ainda mais o desenvolvimento do sistema ferroviário brasileiro.
O setor rodoviário sofreu investimentos maciços, mas vamos ter de esperar alguns anos para podermos nos beneficiar com todo o trabalho que as concessionárias vêm realizando para melhorar o atendimento e as novas aquisições de equipamentos tanto para ferrovias quanto para a área portuária.
O Brasil poderia usufruir as operações de cabotagem e navegação fluvial, mas infelizmente não utilizamos nenhuma dessas duas modalidades de transporte. O custo das tarifas portuárias aliadas à obrigatoriedade de uso de navios brasileiros transforma o valor dos fretes marítimos internos proibitivos. Um frete marítimo de Salvador a Santos custa o mesmo preço de um proveniente do Leste Europeu!
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Veja artigo completo aqui: gazetamercantil.com.br
Sem comentários »Carrefour versão 2.0 privilegia as ações de relacionamento
Por Clayton Melo
São Paulo, 11 de Fevereiro de 2008 - Depois de um 2007 movimentado, com a compra da rede Atacadão pelo Carrefour por US$ 1 bilhão, o setor de supermercado ingressou em 2008 a todo vapor. A largada é dada agora pela própria rede francesa, que reformulou sua estratégia de comunicação. Trata-se de uma aposta da empresa para mudar a percepção do consumidor a respeito da marca Carrefour. Conforme pesquisas da companhia, a rede varejista é tradicionalmente associada à idéia de uma organização conservadora, fria e distante dos clientes. A intenção daqui para frente é mudar o disco, mostrando um Carrefour moderno, simpático e próximo dos clientes a ponto de acatar críticas da clientela. Nesse contexto, a internet assume papel relevante como plataforma de relacionamento, com utilização site, blog e recursos de interatividade.
Os contornos do novo posicionamento já podem ser conferidos. Estreou nacionalmente neste final de semana uma grande campanha publicitária que abrangerá TV, rádio, mídia impressa, internet. Criada pela agência AlmapBBDO e com investimento de R$ 10 milhões, a ação ficará no ar até o final do mês e divulgará o chamado CUCA (Consumidores Unidos Carrefour). Pela ofensiva, cinco clientes reais são as protagonistas da campanha. Segundo a empresa, a participação desse grupo não se limitará à propaganda. Eles assumirão o papel de consultores, dando dicas e críticas sobre produtos e serviços da companhia.
“Percebemos que o varejo quer ensinar ao cliente o que seria melhor para o próprio cliente. Mas optamos por um caminho diferente: ir ao nosso SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para saber o que os consumidores mais exigentes tinham a dizer”, afirma Rodrigo Lacerda, diretor de marketing corporativo do Carrefour.
Nesse sentido, a internet é um canal importante para colher as opiniões dos consumidores e estimular a interatividade. No site, haverá dicas de receitas, bem-estar e outras informações. Já o blog permitirá discussões, debates, veiculação de vídeos e enquetes. Em sintonia com os ditames da web 2.0, Lacerda assegura que críticas enviadas por consumidores não serão retiradas do ar - apenas as que contiverem ofensas. “Ao partir para um canal de relacionamento como esse, a empresa precisa estar pronta para ouvir o que o cliente tem a dizer. É um meio importante para identificar o que ele pensa e deseja”, afirma Lacerda.
O executivo explica que a nova estratégia de comunicação representa uma nova etapa de uma estratégia maior de mercado da companhia iniciada em 2004. Na ocasião, a empresa mudou seu posicionamento no mercado e passou a agregar serviços ao seu guarda-chuva de negócios, como postos de gasolina, farmácias e serviços financeiros. “Essa estratégia se baseou em três pilares: preço, conveniência e uma melhor experiência no momento da compra para o consumidor.
Fonte: Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 3
2008 um ano de Atitudes…
Abaixo alguns pontos abordados na “palestra”: 2008 um ano de Atitudes, proferida hoje pelo Prof. Jair dos Santos nas dependências da TAF.
Tenha atitude, decida e faça!
Este é o lema de 2008.
Liderança Inteligente gera Processos Inteligentes que resultam em Estratégias Inteligentes.
Desenvolva:
Capacidade de aprendizagem:
Vá alem do professor!
Conhecimento aprofundado do negocio em foco:
Estude, Tenha visão!
Comportamento:
Tenha atitude, respeito e responsabilidade.
Capacidade de execução:
Defina as prioridades.
Tenha coragem.
Tenha motivação.
Seja um mentor.
As incertezas do emprego

Por Elizabeth H. de Oliveira
O trabalho constitui atividade fundamental na vida do homem na sociedade. Ao promover sua segurança contra possíveis privações, possibilita o atendimento das necessidades básicas e essenciais de sobrevivência.
Para Abraham Maslow*, precursor da Teoria da Motivação, as necessidades humanas estão distribuídas em cinco ordens hierárquicas arranjadas em uma pirâmide de importância, a saber: necessidades fisiológicas – que constituem o nível mais baixo da pirâmide –, seguidas das necessidades de segurança, social, de estima e auto-realização.
Dessa forma, vemos que a certeza do emprego, um importante quesito de segurança, colabora significativamente para que as demais necessidades possam ser alcançadas.
Ocorre que as relações estabelecidas entre a empresa e seus colaboradores, usando aqui vocábulo corrente no mundo das organizações, se estabelecem de acordo com o momento político e econômico de uma sociedade e, sob esse aspecto, considerando as transformações advindas da globalização da economia, a relação entre trabalho e emprego tem sofrido algumas alterações.
Ainda que alguns profissionais de recursos humanos alertem para o perigo da pasteurização da essência humana, ao querer transformar as pessoas em um todo genérico, ignorando as características, diversidades e os interesses individuais, o certo é que o mundo do trabalho na Sociedade do Conhecimento foi redesenhado.
Aquele modelo em que as decisões eram tomadas nos gabinetes a portas fechadas, as tarefas desenvolvidas sob a orientação de manuais e padronizações impedindo a criatividade e a iniciativa dos empregados, a formação específica numa área de conhecimento, além da visão cartesiana no gerenciamento de pessoas, está com os dias contados.
É claro que nem todas as empresas estão atentas para a necessidade de mudanças. Muitas ainda resistem a elas. E, não se adequando, com certeza sucumbirão.
No caso dos profissionais, num tempo em que pessoas talentosas e inovadoras são os alvos preferidos, outra roupagem é exigida como garantia de emprego.
Totalmente revisitado, o novo profissional deve associar habilidades e competências que possibilitem seu desempenho cada vez mais em consonância com as necessidades das empresas face às exigências do mundo pós-moderno. Se para Jacques Delors** os desafios do futuro impõem a necessidade da educação contínua, do aprendizado constante, o profissional do conhecimento deve se empenhar para aprender, reaprender e aprender novamente.
Como não podemos recuar, o mais indicado é acompanhar as mudanças e nos ajustarmos a elas.
A seguir são apresentadas algumas dicas de como se tornar o profissional desejado pelas empresas, além de contribuir para a permanência no mundo dos empregos.
- Fuja dos paradigmas antigos, obsoletos; experimente coisas novas.
- Seja perseverante, ousado, destemido.
- Acredite nas próprias potencialidades; demonstre-as.
- Cuide da aparência; a marca pessoal é intransferível.
- Saiba ouvir e tenha coerência entre o que fala e o que faz.
- Mostre o que é capaz de fazer; revele os talentos.
- Busque novos conhecimentos; atualização e capacitação permanentemente.
- Leia, veja filmes, acompanhe as notícias; a informação é um bem precioso.
As dicas estão dadas. Basta agora colocá-las em prática.
* Elizabeth H. de Oliveira é pós-graduada em MBA em Gestão Universitária pela Universidade São Marcos
Fonte: ovendedorprofissional.com.br
Sem comentários »O desafio de criar experiências
É preciso fazer o consumidor se relacionar com a marca de forma positiva, diz Philip Kotler …
Se você tivesse a opção de comprar, pelo mesmo preço, todas as fábricas da Coca-Cola ou a marca, o que escolheria? Philip Kotler não tem dúvida: a marca.”Não consumimos produtos, mas sim a imagem que temos deles”, justifica. Construir uma marca não é apenas dar um nome a um produto, é gerar uma experiência. Isso significa levar em conta o contato que as pessoas têm com a marca e fazer com que as experiências sejam positivas. Em entrevista exclusiva a HSM MANAGEMENT, o maior especialista de marketing do mundo não só define com grande clareza esses conceitos como também avança sobre temas que preocupam todos os executivos atualmente: a disputa entre marcas próprias do varejo e marcas industriais e as armas com que cada lado conta; as marcas capazes de criar uma comunidade de clientes leais; as extensões lógicas de marca e as ilógicas; e a disputa entre marcas mundiais e locais. Ilustrando a entrevista está o quadro sobre globalização, baseado em estudo feito com 1.792 marcas.
Começando pelo começo: qual é a diferença entre uma marca e um nome comercial?
Uma marca é um nome. Quando uma marca é forte, no entanto, nos faz pensar em mais coisas do que apenas em um nome. Podemos fazer um teste perguntando às pessoas o que lhes vem à mente ao ouvir a menção de uma marca. Se disserem “só o nome, mais nada”, então não se trata de marca forte. Uma marca sólida traz muitas e muitas coisas à memória.
O que uma marca forte nos faz pensar, por exemplo?
A marca deve suscitar algo sobre a personalidade das pessoas que fundaram a empresa, o que ela faz de bom, seus representantes, a qualidade, o serviço, a afabilidade, o lugar de origem e assim por diante. Os fundadores da empresa de sorvetes norte-americana Ben & Jerry gastam 7% de seu faturamento com obras de caridade e, quando eu compro um sorvete deles, o que me vem com mais força à mente é: meu dinheiro vai para uma boa causa. O mesmo acontece com o tempero pronto para saladas do ator Paul Newman, cujas vendas também sustentam casas de caridade - além disso, podemos pensar no próprio Newman e nos filmes que ele fez. Há ainda marcas que praticamente se apropriaram de algumas palavras. Por exemplo, “segurança” já é uma palavra que pertence à Volvo; e “entrega 24-horas” é da Federal Express. E se digo McDonald’s, trago à mente aqueles dois arcos dourados do “M”, o Big Mac (e a musiquinha “dois hambúrgueres, alface etc.”), qualidade, limpeza, rapidez.
Veja entrevista completa aqui
Fonte: Revista HSM On-Line
Sem comentários »Escolhendo uma equipe campeã…
Phill Jackson, treinador do Chicago Bulls, sabia como ninguém alocar pessoas certas nos lugares certos. Nos bons tempos ele destacava seus valores da seguinte forma: Michael Jordan marcava cerca de trinta pontos por jogo, liderava e inspirava seus companheiros; Denis Rodman, conseguiu a façanha de pegar vinte rebotes num só jogo e confundir os adversários; Scottie Pippen era excelente na defesa; Luke Longley bom marcador e Ron Harper armava jogadas para Michael arremessar e fazer. Ah tinha o sexto jogador, que ficava no banco incentivando todo o time.
Segundo Bill Hybels, um especialista em formar líderes, a fórmula ideal na construção de uma equipe campeã é a aplicação dos 3C’s. São eles:
1. Caráter: que gera confiança. Intrínseco a esta característica encontramos e evidenciamos a honestidade, humildade, confiabilidade, ética e até mesmo a demonstração de entusiasmo em servir ao grupo. O caráter, segundo Hybels é mais importante que a competência, pois um lapso de caráter causa problemas com extensas conseqüências, ao passo que um lapso de competência pode ser aceito.
2. Competência: procure membros que tenham o mais alto nível de competência. Segundo Peter Drucker, as pessoas ideais para formar sua equipe não estão descontentes e nem desempregadas, ao contrário, estão delirantes de felicidade e contribuindo para estabelecer recordes em algum lugar, além de adorarem o ambiente em que trabalham. Portanto, diz Drucker: vá atrás dessas pessoas, busque-as pela competência comprovada’.
3. Combinação: os novos membros devem precisam manter um relacionamento apropriado com a liderança e com os demais membros da equipe. A maior parte do tempo é passada com pessoas, por isso a necessidade delas apresentarem uma combinação no relacionamento interpessoal.
Nada como formar uma equipe campeã onde as pessoas certas ocupam lugares certos, usam seu potencial e decolam para o sucesso.
Fonte: Site menegatti.srv.br
Sem comentários »Lideranças e conflitos

Simone do Nascimento da Costa
Quantas vezes não presenciamos líderes que se preocupam apenas com seus interesses e cujo discurso está em discrepância com a sua prática? É comum ouvirmos aquelas frases repugnantes que ditam contextos infundados, algo bem próximo do egocentrismo. “Tenho que fazer o melhor, pois o meu cargo é de total confiança!” Não há dúvidas de que este líder se acha “brilhante”.
Mas se nos atentarmos à frase, ou até mesmo a comportamentos que percebemos em algumas organizações, poderemos identificar problemas sérios na maneira como se lida com o outro, principalmente no que se refere à compreensão da palavra “equipe”.
Como um líder pode, por exemplo, dizer “tenho”, se está falando de um conjunto de pessoas empenhadas a realizar uma ou mais tarefas? Como pode dizer “meu cargo” se ele precisa de resultados que só virão por meio do trabalho em equipe?
Indo um pouco mais fundo, é possível dizer que este líder está agregando dividendos de conduta a seus liderados, apesar de que neste caso esses indivíduos são meros escravos de uma “ordem a executar”.
O que sustenta uma liderança saudável e eficaz é a coordenação e o planejamento de ações que evidenciem a transformação de necessidades em impulsos de trabalho. O líder que impulsiona não “manda fazer”, mas simplesmente propõe uma determinada ação, influenciando por meio de estímulos a prática de iniciativas e de reconhecimento do trabalho a ser realizado. Lideranças medíocres geram como resultado o estresse organizacional e crises visíveis de processos que se perderam no meio do caminho.
É por isso que a comunicação é fator determinante em todos os processos que estão atrelados à condução de colaboradores no contexto organizacional. Por meio dela é possível criar gestões especializadas em mensurar resultados de sucesso!
Dar oportunidade aos colaboradores na exposição de idéias é compreender que, por meio de alternativas ou novidades, promove-se a interação. Por isso estimule o diálogo; dê espaço para momentos em que situações problemáticas possam ser resolvidas, convidando-os a ser investigadores do processo de decisão; convide seus colaboradores a liderar reuniões, dando a oportunidade de se expressarem; promova a criatividade com momentos em que possam demonstrar suas habilidades; delegue responsabilidades, pois são elas que os prepararão para futuras oportunidades de carreira dentro da organização.
Com certeza esse canal de desenvolvimento será o ponto de partida para a resolução de conflitos – do modo contrário, o único degrau que um mau líder pode alcançar com sua falta de preparação é o da visão prejudicada de futuro.
E enganam-se aqueles que pensam que modelos prontos de liderança são a receita de sucesso de uma empresa, pois não adianta oferecer um desafio para indivíduos que só querem se regozijar com os benefícios.
Um cargo de liderança requer constatar a realidade da atração de talentos, não como expectativas futuristas, mas como respostas diárias que direcionem investimentos ao que existe de mais precioso no ser humano: sua capacidade de desenvolvimento, que passa de uma simples qualificação para uma competência que lhe dá mobilidade e diferencial competitivo.
* Simone do Nascimento da Costa é da área de graduação tecnológica em gestão de recursos humanos da Universidade Metodista de São Paulo
Fonte: Site ovendedorprofissional
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