Arquivo de Abril de 2008
“Causas” que dão vida ao trabalho
A plena realização em nossas vidas só é possível quando passamos a defender uma “causa”. O trabalho somente como fonte de subsistência, com o passar dos dias, torna-se um fardo. Entediante e quase insuportável para muitos. Escravos a espera de uma libertação.
Cumprir rotinas, receber ordens, encaminhar procedimentos, resolver problemas, preencher as horas do dia com atividades sem fim. Muito pouco para a vida finita que temos.
O entendimento que o trabalho é o meio pelo qual devemos defender nossas “causas de vida” e não um fim em si, transforma nossa existência para melhor. São muitas as causas que podem ser defendidas e que podemos escolher: Clientes satisfeitos, qualidade no que fazemos, capacitar as pessoas a nossa volta, a plena integração de uma equipe, a responsabilidade social de uma empresa, o lucro sadio como fator de riqueza de uma sociedade, a ética em nossas ações. A partir do momento que encontramos a “causa” para qual trabalhamos, todas as atividades se revestem de brilho, nos tornamos pessoas melhores e inundamos de vida nossas vidas. Sua “causa de vida” está valendo a pena ?
Uma Vida Plena com Fé Inabalável!
Prof. Jair Santos
Fonte: construindoconhecimento.com.br
Sem comentários »Brasil é ’solução óbvia’ para crise de alimentos, diz jornal inglês
Por Daniela Milanese, da Agência Estado
Para ‘Financial Times’, potencial do País tem sido ignorado; em entrevista, Amorim culpa subsídios dos ricos
LONDRES - O Brasil é uma “solução óbvia” para o problema da alta do preço dos alimentos que ameaça o mundo, avalia o Financial Times. Conforme o jornal inglês, no entanto, o potencial do País nessa área tem sido largamente ignorado. “O mundo desenvolvido parece propositadamente míope em relação às oportunidades que o Brasil apresenta.”
O FT afirma que o País tem grandes reservas de terras cultiváveis desocupadas, a maioria delas hoje servindo como pasto, e que podem facilmente se transformar em áreas de produção de grãos e outros alimentos. “O problema é que a maior parte da produção agrícola brasileira continua enfrentando tarifas proibitivas e outras barreiras colocadas pelos mercados desenvolvidos na Europa e nos Estados Unidos.”
Segundo o jornal, se a produtividade da pecuária for elevada de 0,8 gado por hectare para 1,2, cerca de 80 milhões de hectares de terras seriam liberados para o plantio de alimentos. “Mas isso irritaria os fazendeiros americanos e europeus.”
Em entrevista ao jornal, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que a resposta correta à crise dos alimentos, além de dar prioridade ao combate à fome, é atacar a raiz do problema: os subsídios dos países ricos, que enfraquecem a produção das nações em desenvolvimento. “A fome mundial não é resultado de falta de oferta, mas principalmente do baixo nível de renda dos países pobres”, afirmou o ministro.
O FT avalia que o Brasil possui sua parcela de culpa nessa discussão, pois tem feito pouco para combater a “histeria contra a suposta ameaça do etanol à floresta Amazônica”, por exemplo. “Uma ameaça que, se existe, está mais relacionada à ilegalidade na região da Amazônia do que aos imperativos econômicos da produção de etanol.”
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »Especial - A crise dos alimentos

Alta global de preços provoca protestos e conflitos em vários países
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »Indústria se une por farinha mais barata
São Paulo, 23 de Abril de 2008
As fabricantes de massas se preparam para formar uma central de compras com a qual esperam reduzir os custos de produção. Um dos principais objetivos de fazerem compras conjuntas de produtos usados pelas indústrias é diminuir o impacto das altas nos preços dos derivados de trigo. A expectativa é baixar em até 20% os preços pagos pela farinha de trigo, informou à Gazeta Mercantil Claudio Zanão , presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), que organiza a iniciativa. No Estado de São Paulo, principal região consumidora, os preços da farinha de trigo saltaram de R$ 1 mil a tonelada para R$ 1,7 mil nos últimos 12 meses, segundo a Safras & Mercado. O trigo em grão subiu 62,5%, de R$ 480 para R$ 780 a tonelada, no mesmo período, com base nas cotações do Paraná.
Numa segunda fase a central poderá negociar também a compra de trigo.
C1(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Wilson Gotardello Filho e Roberto Tenório)
Fonte: gazetamercantil.com.br
Sem comentários »Confiança do consumidor atinge recorde em abril, diz Fecomercio
Resultado é o melhor já já apresentado na série histórica do índice.
Em relação a 2007, confiança cresceu mais de 16%.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) atingiu 149 pontos em abril na cidade de São Paulo, um aumento de 0,8% em relação a março e de 16,2% em relação ao mesmo período de 2007. Os dados são da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que apura o índice mensalmente desde 1994. Segundo a instituição, o resultado de abril é o melhor já apresentado na série histórica do índice.
A evolução do ICC se deve principalmente à melhora da percepção do consumidor em relação a sua situação atual. De acordo com a Fecomercio, o bom momento da economia, as melhorias efetivas no mercado de trabalho e a expansão da renda, que reflete diretamente no poder aquisitivo, foram os principais motivos que contribuíram para a melhora dessa percepção.
ÍndiceO ICC varia de zero a 200 pontos, indicando pessimismo abaixo de 100 pontos e otimismo acima desse patamar, e é composto por dois indicadores: o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice das Expectativas do Consumidor (IEC).
Em abril deste ano, o ICEA, que registra como o entrevistado percebe a sua situação atual, apresentou alta de 2,2% (157,5 pontos). No entanto, o IEC, que contempla a percepção em relação ao futuro, teve baixa de 0,3% em relação a março, atingindo 143,4 pontos em contraponto a 143,7 pontos do mês anterior.
Renda, sexo e idadeNa análise por faixa de renda, em relação ao mês de março, o ICC de abril teve queda de 1,1% (144,4 pontos) entre os paulistanos com rendimentos inferiores a 10 salários mínimos (até R$ 4.150,00). Em relação ao IEC, apresentou baixa de 3,6% (138,2 pontos), enquanto o ICEA obteve incremento de 2,5% (153,8 pontos).
Os consumidores na faixa de renda superior a 10 salários mínimos tiveram alta de 3,9% no ICC (157,4 pontos). O IEC também apresentou elevação de 5,6% (152,8 pontos) e o ICEA variou positivo em 1,6% (164,3 pontos).
De acordo com a Fecomercio, os homens estão mais otimistas que as mulheres (153,8 pontos contra 144,4 pontos respectivamente) e os consumidores com idade inferior a 35 anos se mostraram mais confiantes em abril.
Fonte: g1.globo.com
Sem comentários »Consumo e estoque baixo encarecem comida
Se o Brasil ficou praticamente imune à atual retração da economia mundial, não deverá se livrar dos efeitos da forte alta das commodities quando se refere à inflação, informa reportagem de Mauro Zafalon na edição dominical da Folha (íntegra do texto exclusiva para assinantes do jornal e do UOL). Por ser um dos principais produtores mundiais de grãos e carnes, o país terá impacto menor do que o dos importadores de alimentos. Mas a alta mundial acelerada já está presente na mesa dos consumidores brasileiros.
Foco de atenção dos líderes mundiais, que colocaram o preço dos alimentos no centro das prioridades globais, a alta preocupa também os brasileiros. Na média, os alimentos subiram 11,24% em 12 meses –mais do que o dobro da inflação em São Paulo no período, conforme informações da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). No período, o feijão subiu 168%; o óleo de soja, 56%; o pãozinho, 17%; o filé mignon, 22%; o leite em pó, 42%.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, diz acreditar que os preços das commodities vão continuar elevados, podendo, inclusive, mudar de patamar para cima em dois anos. “Os preços das commodities se formam lá fora. À medida que há aumento por lá, imediatamente bate aqui.”
Reações
A preocupação com a recente alta dos preços dos alimentos e o forte crescimento da demanda no mercado mundial foi tema de declarações de uma série de órgãos internacionais ao redor do mundo na semana passada.
Na quinta-feira (10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, durante viagem à Holanda, que os recentes aumentos nos preços dos alimentos indicam que é necessário produzir mais em nível mundial, mas que não se pode culpar o investimento nos biocombustíveis pela pressão nos preços.
No dia seguinte (11), Lula voltou ao assunto ao afirmar que a elevação dos preços dos alimentos é “inflação boa”, que “convoca” os países a produzir mais e atender à demanda por alimentos no mundo. “A inflação sobre os alimentos é decorrente do fato de que as pessoas estão comendo mais”, disse Lula. “Ora, na medida em que mais gente começa a comer carne, produtos de soja, trigo… se a produção de alimentos não aumentar, obviamente que nós vamos ter inflação.”
No mesmo dia, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também disse, em Washington, que acredita que o Brasil poderá se beneficiar da alta mundial de preços de alimentos. Segundo Mantega, a inflação alimentar “tem o lado ruim, de aumento de custo de alimentos, mas o lado bom, que é o do choque de oferta”. De acordo com o ministro, o Brasil se encontra em uma posição privilegiada, porque tem muitas terras agrícolas.
Também de manifestaram sobre o assunto na semana que passou o primeiro-ministro britânico, Gordon Brow, a ONU (Organização das Nações Unidas), o FMI (Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e o representante da FAO (Organização da ONU para a Agricultura e Alimentação) para América Latina e Caribe, José Graziano.
Fonte: folha.uol.com.br
Sem comentários »“O que vende é a embalagem”
Como conquistar o consumidor? Seduzindo pela forma e pela beleza do produto e de sua embalagem. “A função do designer é satisfazer a hierarquia das necessidades humanas”, diz Tucker Viemeister, premiado designer americano que está no Brasil para participar, como jurado, do Prêmio Idea Brasil, promovido pela ONG Objeto Brasil em parceria com Época NEGÓCIOS
Por Patricia Vasconcellos

Tucker Viemeister:
forma e função aparecem ao mesmo tempo
Não adianta ser útil e não ser belo. Um produto tem de seduzir. Assim pensa Tucker Viemeister, designer do Studio Red – empresa nova-iorquina ligada ao Rockwell Group – e criador de produtos premiados para empresas como Coca-Cola, McDonalds e Joe Boxer. Em visita ao Brasil, Tucker participou na noite desta segunda-feira (7/4), em São Paulo, do 1º Encontro Idea Brasil. O seminário integra o calendário do Prêmio Idea Brasil, a edição brasileira do respeitado concurso de design dos Estados Unidos, o International Design Excellence Award.
Criado no fim dos anos 70 nos Estados Unidos, a competição chega à América do Sul organizada pela ONG Objeto Brasil em parceria com Época NEGÓCIOS.
Viemeister está entre os jurados e avisa: procurará nos projetos o conceito que definiu como beautility – em português, uma junção de duas palavras: beleza e utilidade. “Se um objeto ou uma peça funciona bem mas não tem uma aparência boa então não é um trabalho bom. O mesmo conceito vale para o pensamento contrário. Se o produto parece bonito mas não funciona bem também não é realmente maravilhoso.”
Em entrevista exclusiva à Época Negócios, Viemeister vai ainda mais longe: diz que a maioria dos consumidores escolhe um produto pela maneira que ele se apresenta - pela forma ou pela embalagem. “No fim das contas, todos são seduzidos”, diz. Para comprovar essa teoria ele mostra uma pirâmide como aquela da cadeia alimentar, tão estudada nas escolas. Na base está a sobrevivência, o que precisamos para viver no dia-a-dia. Um pouco acima, diversão. Mais acima, paz, e, no topo, beleza. Assim ele resume todo o conceito do que ele chama de hierarquia das necessidades humanas. “Se você não pode fazer algo cada vez mais lindo, qual a questão em jogo?”. ”
Viemeister exemplifica sua tese citando um produto que ajudou a desenvolver. Um carrinho da Coca-Cola que trazia na parte da frente uma pequena geladeira. Uma pesquisa feita com consumidores desses carrinhos mostrou que 43% disseram achar a bebida mais saborosa. “O produto era o mesmo, exatamente o mesmo refrigerante encontrado em qualquer restaurante. Apesar disso, muitos consumidores afirmaram que a sensação ao consumir a bebida mudou pelo simples fato de ela ser entregue por algo que lhes agradasse a visão”, afirmou. “É pensando sob esa ótica que o designer deve trabalhar. As empresas devem perceber que o design vende por si mesmo, que o importante é trabalhar os dois conceitos ao mesmo tempo: forma e função”.
O designer americano, dono de 32 patentes nos Estados Unidos, dá mais um exemplo: os objetos de cozinha que criou para a marca OXO Good Grips. “Criei descascadores de cenoura, de batatas que não eram somente utilitários de cozinha mas objetos de diversão. O sucesso de um produto ou de uma marca está ligado também à experiência que esse produto proporciona ao consumidor.” Ou seja, o designer deve estar também sempre ligado ao sensorial. Viemeister acredita por exemplo que ao entrarmos em uma loja, deveríamos ter sempre uma experiência inesquecível. “Os lugares são importantes: móveis, cor, música, ambientação.” Se nos sentimos bem em um restaurante por exemplo, consumimos mais, ele diz. “Tudo deve ser pensado na interatividade.” Ao mesmo tempo em que ele dá esse conceito, aparecem no computador fotos de um restaurante idealizado por ele em Nova York. O menu interativo foi colocado no balcão em telas de cristal líquido. Borboletas são projetadas nas paredes e se movem dependendo da maneira que o cliente se posiciona na frente delas. “O design nos faz mais espertos e também torna os produtos mais baratos. Caro é, na verdade, um produto mal projetado”.
Época NEGÓCIOS – Como voce definiria “beautility”?
Tucker Viemeister – Criei esse termo pensando nos norte-americanos. Pelo que vejo, os brasileiros entendem melhor por que beleza é importante. Nos Estados Unidos muitas pessoas são muito práticas, não querem gastar dinheiro por algo frívolo como fazer um objeto mais bonito. Eu quis mostrar que beleza tem um valor e pode ser algo bom para as pessoas. Se um hospital tiver um aspecto interessante, as pessoas ficarão melhores mais rapidamente. Mas eu acho que os brasileiros já têm essa cultura. Eles sempre fazem algo parecer melhor do que é. Eles pintam suas casas de cores mais claras do que se deve ser.
NEGÓCIOS – O que é mais importante? A funcionalidade de uma peça ou a estética?
Viemeister – Um bom designer não pensa se um objeto ou uma criação deve ser bela ou funcional. Esses dois conceitos são pensados sempre juntos. Para mim, forma e função aparecem ao mesmo tempo. Boas criações são aquelas que são belas e funcionam bem ao mesmo tempo. Se algo funciona bem mas não tem uma aparência boa então não é maravilhosa e vice-versa. Se parece bonito mas não funciona bem não é realmente maravilhoso.
NEGÓCIOS – Uma peça de design deve emocionar?
Viemeister – Acho que as pessoas devem se emocionar mas acredito que design é mais que isso: é intelectual. Por exemplo, o trabalho de Einstein é belo. Tudo que ele fez foi simples e elegante. Um produto muito mais belo que qualquer estrela de cinema. A beleza desenvolve um lado intelectual.
NEGÓCIOS – Qual seu trabalho preferido?
Viemeister – Good grips, peças de cozinha é um bom exemplo. Fizeram muito sucesso, e as pessoas adoram. Eu gosto mas para mim não é um grande negócio assim como é para as outras pessoas. Por exemplo, meu pai, que também era designer, criou o Tucker [marca de carro], e agora todos só perguntam a ele sobre isso. Na verdade, ele trabalhou apenas três meses de toda sua carreira neste projeto. Por isso, não é algo que ele considere tão relevante.
NEGÓCIOS – Quais projetos ou marcas o senhor considera maravilhosos?
Viemeister – Eu amo tudo que a Apple faz. Como eles aparentam, são funcionais, interativos. Tudo é lindo. O MacbookPro, por exemplo, é muito clean, um formato que me agrada muito. O Mustang foi um bom carro, mas hoje em dia acredito que há muito para ser feito nesse ramo. Nenhum carro hoje em dia é bom o bastante. Muitos deles parecem o mesmo, falta criatividade. Apesar que, recentemente, estive envolvido num projeto com a Toyota e me dei conta do quão dificil é projetar um carro. Há muitas pessoas envolvidas, muito marketing, engenharia. Acho que por isso os italianos são tão bons em criar carros. Porque eles são focados. Sabem trabalhar em grupo.
NEGÓCIOS – Como você vê o design no Brasil?
Viemeister – O design no Brasil é quente, há muita coisa interessante aqui. Comparando com outros países, acho que o Brasil ocupa uma posição bem privilegiada com grandes talentos. Os irmãos Campana são famosos no mundo inteiro, e acho o trabalho deles magnífico. Acredito que o maior problema do Brasil é o tamanho. Por ser tão grande, fica difícil organizar um setor. É cada um por si. Por exemplo, os designers alemães divulgam o trabalho deles pelo mundo afora porque eles fazem parte de um país muito pequeno. O Brasil é tão grande, há muitas oportunidades, mas elas não aparecem porque falta interação no setor.
NEGÓCIOS – Se voce tivesse que criar uma peça que representasse o Brasil, como ela seria?
Viemeister – Acho que qualquer peça que fosse representar o Brasil deveria ter música no conceito. Seria uma boa metáfora. Algo com movimento, que parecesse dançar, porque assim vejo esse país. O samba é espetacular, muito emocional. Acho que Brasil, China e Índia são os três países com potencial para design entre outras coisas. A Índia tem grandes cérebros, na China, tudo avança muito rápido, e aqui no Brasil é essa sensualidade. Para representar esse país eu criaria algo que parecesse estar dançando.
Fonte: epocanegocios.globo.com
Sem comentários »Empresas miram nos bancos para combater cheque ruim
Projeto formulado a pedido dos pequenos empresários da região busca reduzir prejuízo com calotes
Por: Rafael do Prado
Blumenau - Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que prevê a criação do Cheque Garantido, uma forma de responsabilizar as instituições financeiras por cheques sem fundo emitidos por correntistas. A idéia do projeto partiu da Associação das Micro e Pequenas Empresas de Blumenau (Ampe), atendendo a reivindicações dos pequenos empresários do município. Em um levantamento, a Ampe constatou que, entre novembro de 2006 e novembro de 2007, o número de cheques sem fundo recebidos na região cresceu 5,7%.
Para a assessora da Ampe, Sílvia Giese, o projeto apresentado em Brasília irá beneficiar as micros de todo país e garantir que a economia do pequeno empresariado cresça a passos largos.
- Queremos minimizar a mortalidade das micro empresas, pois os cheques sem fundo são responsáveis direto por falência. Na confiança, comerciantes aceitam as folhas de amigos e vizinhos e acabam no prejuízo - analisa Sílvia.
O presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Fampesc), Cloir Dassoler, acredita que a proposta será aprovada no Congresso Nacional. Para ele, os bancos e instituições financeiras têm responsabilidades por cheques de correntistas.
- Eu acho a idéia muito boa. É preciso que haja mais critério na emissão de cheques. Dão para qualquer um, sem qualquer base. E quem sofre são os mercados de bairro, lojas etc. Não dá para agüentar tanto calote - avalia.
O projeto chegou a Brasília por meio do deputado federal Décio Lima (PT), que assina a proposta da criação da lei.
- Os bancos dão a possibilidade do ingresso no sistema financeiro através de conta, limite e cheque e depois se eximem de qualquer responsabilidade - argumenta o deputado.
A assessoria de imprensa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que a instituição só se manifestará sobre o tema caso a proposta seja aprovada.
( raffael.prado@santa.com.br )
Fonte: clicrbs.com.br
Sem comentários »SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DIA 04/04 EM FLORIANÓPOLIS
O economista João Paulo Mosena fará dia 04 de abril, às 10h, no Hotel Intercity em Florianópolis uma palestra a respeito do novo regime de Substituição Tributária que está sendo implantando nos três Estados do Sul a partir de abril. O estabelecimento do regime de substituição tributária foi uma iniciativa conjunta dos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, que celebraram protocolos para as operações com autopeças, componentes, acessórios e demais produtos; suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros, rações tipo “pet” para animais domésticos, cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador. Novos segmentos deverão fazer parte desta mesma sistemática em muito breve.
João Paulo Mosena
Economista, graduado pela Aprocruz-RS. Profissional com ampla experiência, tendo atuado como Fiscal de Mercadorias em Trânsito, Coordenador da Operação Safra, Exator Estadual, Inspetor de Exatorias – SMOeste, Fiscal de Tributos Estaduais, Gerente de Organização Administrativa da Fazenda Estadual, Gerente de Tributação da Fazenda Estadual, Representante de Santa Catarina na COTEPE/ICMS, Diretor de Administração Tributária da Fazenda Estadual, Partícipe do Grupo Corregedores do Fisco, Aposentado como Fiscal de Tributos Estaduais, Monitor de Treinamentos e Assistente Tributário.
Fonte: acats.com.br
Sem comentários »Os maiores líderes possuem essa caraterística…
Por Prof. Menegatti
O que acontece com você diz muito sobre sua situação. O que acontece em você diz muito sobre seu caráter. E o que acontece por causa de você diz muito sobre o seu c a r i s m a.
Charles Schwab, um empresário bem-sucedido, afirmou: “ainda estou para ver o homem, por mais alta que seja sua posição, que não trabalhe melhor e se esforce mais quando sente aprovação do que quando está sob criticas”. Todo mundo quer e precisa de afirmação para alcançar suas realizações. Um menino que jogava dardos com o pai disse: “Vamos fazer assim: eu jogo e você diz: “Muito bem!””. É isso que uma pessoa carismática faz com as outras. Temos a tendência de nos transformar naquilo que a pessoa mais importante de nossa vida pensa que seremos um dia. Pense no melhor, acredite no melhor e expresse o melhor que os outros possuem.
Lembre-se: ter carisma significa preocupar-se mais em levar os outros a se sentir bem a respeito de si mesmos do que em fazer que se sintam bem a respeito de você.
Fonte: menegatti.srv.br
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