Blog Oficial da TAF Distribuidora LTDA.

“O Elo perfeito entre industria e o Cliente”

Arquivo de Janeiro de 2008

2008 um ano de Atitudes…

Abaixo alguns pontos abordados na “palestra”: 2008 um ano de Atitudes, proferida hoje pelo Prof. Jair dos Santos nas dependências da TAF.

Tenha atitude, decida e faça!
Este é o lema de 2008.

Liderança Inteligente gera Processos Inteligentes que resultam em Estratégias Inteligentes.

Desenvolva:
Capacidade de aprendizagem:
Vá alem do professor!

Conhecimento aprofundado do negocio em foco:
Estude, Tenha visão!

Comportamento:
Tenha atitude, respeito e responsabilidade.

Capacidade de execução:
Defina as prioridades.
Tenha coragem.
Tenha motivação.
Seja um mentor.

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As incertezas do emprego

Beth Oliveira - Beth Oliveira
Por Elizabeth H. de Oliveira

O trabalho constitui atividade fundamental na vida do homem na sociedade. Ao promover sua segurança contra possíveis privações, possibilita o atendimento das necessidades básicas e essenciais de sobrevivência.

Para Abraham Maslow*, precursor da Teoria da Motivação, as necessidades humanas estão distribuídas em cinco ordens hierárquicas arranjadas em uma pirâmide de importância, a saber: necessidades fisiológicas – que constituem o nível mais baixo da pirâmide –, seguidas das necessidades de segurança, social, de estima e auto-realização.

Dessa forma, vemos que a certeza do emprego, um importante quesito de segurança, colabora significativamente para que as demais necessidades possam ser alcançadas.

Ocorre que as relações estabelecidas entre a empresa e seus colaboradores, usando aqui vocábulo corrente no mundo das organizações, se estabelecem de acordo com o momento político e econômico de uma sociedade e, sob esse aspecto, considerando as transformações advindas da globalização da economia, a relação entre trabalho e emprego tem sofrido algumas alterações.

Ainda que alguns profissionais de recursos humanos alertem para o perigo da pasteurização da essência humana, ao querer transformar as pessoas em um todo genérico, ignorando as características, diversidades e os interesses individuais, o certo é que o mundo do trabalho na Sociedade do Conhecimento foi redesenhado.

Aquele modelo em que as decisões eram tomadas nos gabinetes a portas fechadas, as tarefas desenvolvidas sob a orientação de manuais e padronizações impedindo a criatividade e a iniciativa dos empregados, a formação específica numa área de conhecimento, além da visão cartesiana no gerenciamento de pessoas, está com os dias contados.

É claro que nem todas as empresas estão atentas para a necessidade de mudanças. Muitas ainda resistem a elas. E, não se adequando, com certeza sucumbirão.

No caso dos profissionais, num tempo em que pessoas talentosas e inovadoras são os alvos preferidos, outra roupagem é exigida como garantia de emprego.

Totalmente revisitado, o novo profissional deve associar habilidades e competências que possibilitem seu desempenho cada vez mais em consonância com as necessidades das empresas face às exigências do mundo pós-moderno. Se para Jacques Delors** os desafios do futuro impõem a necessidade da educação contínua, do aprendizado constante, o profissional do conhecimento deve se empenhar para aprender, reaprender e aprender novamente.

Como não podemos recuar, o mais indicado é acompanhar as mudanças e nos ajustarmos a elas.

A seguir são apresentadas algumas dicas de como se tornar o profissional desejado pelas empresas, além de contribuir para a permanência no mundo dos empregos.

- Fuja dos paradigmas antigos, obsoletos; experimente coisas novas.
- Seja perseverante, ousado, destemido.
- Acredite nas próprias potencialidades; demonstre-as.
- Cuide da aparência; a marca pessoal é intransferível.
- Saiba ouvir e tenha coerência entre o que fala e o que faz.
- Mostre o que é capaz de fazer; revele os talentos.
- Busque novos conhecimentos; atualização e capacitação permanentemente.
- Leia, veja filmes, acompanhe as notícias; a informação é um bem precioso.

As dicas estão dadas. Basta agora colocá-las em prática.

* Elizabeth H. de Oliveira é pós-graduada em MBA em Gestão Universitária pela Universidade São Marcos

Fonte: ovendedorprofissional.com.br

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Cai o Pano…

Os presidentes de empresas no Brasil incorporaram tanto o personagem corporativo que parecem ter perdido a si mesmos, o que com freqüência se converte em razão de sofrimento. É o que mostra este artigo baseado em pesquisa realizada entre 2006 e 2007 pelos professores Mariá Giuliese e Léo Bruno, da Fundação Dom Cabral.

Quem são, de fato, os presidentes de empresas do Brasil? O que pensam e sentem aqueles que alcançaram o degrau mais alto da carreira, modelo e inspiração de todos os gestores e leitores de revistas de management? Já conhecemos e acompanhamos muitos desses indivíduos no palco dos negócios, mas o que será que lhes acontece quando descem as cortinas e eles ficam sós? A pesquisa Contexto dos Presidentes, que realizei em conjunto com o professor Léo Bruno para o Centro de Tecnologia Empresarial da Fundação Dom Cabral (CTE-FDC), veio responder a essas perguntas. Investigamos dirigentes de 40 das 500 maiores e melhores empresas do País de acordo com a revista Exame, buscando um escopo de informações suficientemente abrangente para construir seu verdadeiro perfil. Em vez de nos limitarmos a rastrear e mapear as práticas que dizem adotar na condução dos negócios, analisamos aspectos do indivíduo, tais como crenças, valores e modo de agir no que tange a trabalho, carreira, família, participação na sociedade e visão de mundo. Para tanto, mesclamos questionários auto-aplicados e entrevistas pessoais; realizamos ampla análise da literatura técnica na área de negócios e da exposição desses executivos na mídia impressa.

O alto preço que o sucesso lhes cobra foi o principal resultado: o sedentarismo apareceu no topo da lista dos efeitos mais nefastos de sua ascensão profissional sobre a vida pessoal (70% dos entrevistados o admitiram), seguido do adiamento dos projetos particulares (54%), outro grande motivo de frustração. Dificuldades de relacionamento familiar e comprometimento da saúde derivado de distúrbios do sono e instabilidade emocional também surgiram de modo expressivo. A declaração de um dos entrevistados sintetiza as expectativas desses CEOs: “Presidente tem a morte anunciada. Sabe que vai morrer, que o preço é alto e a pressão intensa. Em alguns casos, mesmo antes de começar, já sabe quando e como morrerá, resta só definir quanto receberá por isso”. E o que está por trás do fenômeno? Apenas excesso de trabalho e de cobrança? Acredito que não.

Veja artigo completo aqui

Fonte: hsm.com.br

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200 anos de integração comercial

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Uma decisão anunciada há exatamente 200 anos representou, na prática, o fim do sistema colonial e teve conseqüências profundas na história do Brasil. A abertura dos portos do País às nações amigas foi anunciada no dia 28 de janeiro de 1808, por dom João VI, uma semana depois de desembarcar em Salvador, após fugir de Napoleão com a família real. A medida, imposta pela Inglaterra, representou o início da inserção brasileira no comércio mundial.

Menos de dois meses depois, já no Rio de Janeiro, o monarca de Portugal decretaria a liberdade de comércio e indústria manufatureira, com a revogação do alvará de 1785, que proibia a fabricação de qualquer produto na colônia. Livres das proibições, as indústrias começaram a despontar no território brasileiro e o Brasil libertou-se de três séculos de monopólio português, passando a integrar-se ao sistema internacional de produção e comércio como nação autônoma.

Veja artigo completo aqui

Fonte: estadao.com.br

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O desafio de criar experiências

logoHSM - logoHSM

É preciso fazer o consumidor se relacionar com a marca de forma positiva, diz Philip Kotler …

Se você tivesse a opção de comprar, pelo mesmo preço, todas as fábricas da Coca-Cola ou a marca, o que escolheria? Philip Kotler não tem dúvida: a marca.”Não consumimos produtos, mas sim a imagem que temos deles”, justifica. Construir uma marca não é apenas dar um nome a um produto, é gerar uma experiência. Isso significa levar em conta o contato que as pessoas têm com a marca e fazer com que as experiências sejam positivas. Em entrevista exclusiva a HSM MANAGEMENT, o maior especialista de marketing do mundo não só define com grande clareza esses conceitos como também avança sobre temas que preocupam todos os executivos atualmente: a disputa entre marcas próprias do varejo e marcas industriais e as armas com que cada lado conta; as marcas capazes de criar uma comunidade de clientes leais; as extensões lógicas de marca e as ilógicas; e a disputa entre marcas mundiais e locais. Ilustrando a entrevista está o quadro sobre globalização, baseado em estudo feito com 1.792 marcas.

Começando pelo começo: qual é a diferença entre uma marca e um nome comercial?

Uma marca é um nome. Quando uma marca é forte, no entanto, nos faz pensar em mais coisas do que apenas em um nome. Podemos fazer um teste perguntando às pessoas o que lhes vem à mente ao ouvir a menção de uma marca. Se disserem “só o nome, mais nada”, então não se trata de marca forte. Uma marca sólida traz muitas e muitas coisas à memória.

O que uma marca forte nos faz pensar, por exemplo?

A marca deve suscitar algo sobre a personalidade das pessoas que fundaram a empresa, o que ela faz de bom, seus representantes, a qualidade, o serviço, a afabilidade, o lugar de origem e assim por diante. Os fundadores da empresa de sorvetes norte-americana Ben & Jerry gastam 7% de seu faturamento com obras de caridade e, quando eu compro um sorvete deles, o que me vem com mais força à mente é: meu dinheiro vai para uma boa causa. O mesmo acontece com o tempero pronto para saladas do ator Paul Newman, cujas vendas também sustentam casas de caridade - além disso, podemos pensar no próprio Newman e nos filmes que ele fez. Há ainda marcas que praticamente se apropriaram de algumas palavras. Por exemplo, “segurança” já é uma palavra que pertence à Volvo; e “entrega 24-horas” é da Federal Express. E se digo McDonald’s, trago à mente aqueles dois arcos dourados do “M”, o Big Mac (e a musiquinha “dois hambúrgueres, alface etc.”), qualidade, limpeza, rapidez.

Veja entrevista completa aqui

Fonte: Revista HSM On-Line

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Como posso aumentar minhas vendas?

Pesquisadores descobriram que há pouca diferença entre as pessoas que ganham pouco e as que ganham muito. Elas têm os mesmos níveis de talento e capacidade. São rodeadas pelo mesmo número de oportunidades e possibilidades. A única diferença é que os vendedores mais bem pagos decidiram ganhar essa quantia, e a única pergunta que fazem o tempo todo é: “Como?”

Aqui vão algumas dicas:

• Imagine que está sendo filmado e que o vídeo será exibido em todo o país como exemplo brilhante de um vendedor fora de série em ação. Em tais circunstâncias, como você trataria cada cliente? Qualquer que seja a resposta, ponha em prática esse comportamento todas as horas, todos os dias.

• Não importa o que você diga sobre si, o modo como se descreve, as pessoas geralmente aceitam seus argumentos. Depois elas observarão seu comportamento para terem certeza de que as palavras e o comportamento coincidem. Seja uma pessoa extremamente ética.

• Posicione-se como um consultor em relação ao cliente, trabalhando com ele e para ele, aconselhando-o quanto a melhor forma de agir. Use palavras como “nós, nos e nosso”. Faça sugestões e recomendações tais como: “o que eu recomendaria que fizéssemos agora é o seguinte”. Acima de tudo posicione-se como uma pessoa, cuja função é resolver problemas.

Fonte: Site menegatti.srv.br

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Wal-Mart inaugura loja “verde”

Nova unidade faz sucesso ao investir em um jeito inovador de fazer negócios

Inaugurada dia 22 de novembro, no bairro da Granja Viana, em Cotia, Região Metropolitana de São Paulo, a loja de número 3.000 da Rede Internacional Wal-Mart, Parceiro Estratégico do Akatu, movimentou a região, recebendo mais de 15 mil pessoas no seu primeiro dia de funcionamento.

A loja fica a cerca de 20 km do centro de São Paulo e promete inovar nos quesitos de sustentabilidade e responsabilidade sócio-empresarial .

Na unidade, explica a assessoria da Rede Wal-Mart, tudo é pensado para garantir o respeito às pessoas e ao meio ambiente. “O conceito de desenvolvimento sustentável está incorporado na forma de atuar da empresa, desde o projeto da loja até a oferta de produtos mais saudáveis nas gôndolas”, explica a assessora de imprensa do Wal-Mart em São Paulo, Wilma Loures.

Em meio ambiente, as inovações ficam por conta da construção de um sistema de captação de água da chuva e de duas estações próprias de tratamento de esgoto. As estações e o sistema de captação permitem que a água tratada seja reutilizada nos vasos sanitários da loja, na irrigação do jardim e ainda volte para o solo, sem risco de contaminação.

O Wal-Mart também manteve uma área de preservação ambiental permanente, onde foram plantadas mais de 170 mudas de espécies da Mata Atlântica e transplantados dois Jerivás, espécie nativa da região, e um abacateiro.

Na fachada da loja, uma “parede verde”, coberta por plantas trepadeiras, contribui para a maior integração da edificação com o ambiente e o piso dos estacionamentos mescla concreto e grama, para permitir uma maior absorção da água das chuvas pelo terreno.

Já na área interna, o salão de vendas de 6 mil metros quadrados foi projetado para otimizar o uso da iluminação natural e possui um sistema com lâmpadas especiais para economizar energia elétrica.

No campo social, o investimento ficou a cargo da reforma do Posto de Saúde do bairro do Atalaia, em Cotia, onde foram realizadas a reforma da farmácia, da sala do médico, da cozinha, construção da central de esterilização, reforma e ampliação da enfermaria, e melhorias na parte externa do postinho. O Wal-Mart fez ainda uma doação de R$ 10 mil à CEPAE (Centro de Profissionalização e de Apoio ao Emprego) que atende crianças, jovens e adultos de baixa renda, e oferece cursos profissionalizantes na região próxima à nova loja. O objetivo é melhorar a qualidade de vida das comunidades de entorno do empreendimento, na região.

No cotidiano da loja, a sustentabilidade está representada ainda pela parceria com cooperativas para o recolhimento de lixo reciclável, e pelo aumento na oferta de produtos orgânicos e sustentáveis no supermercado.

Outro ponto positivo do projeto foi estabelecer um canal de relacionamento com os moradores da região já durante o período da construção da loja, por meio do qual os moradores recebiam informações sobre as ações de sustentabilidade enquanto essas eram implementadas. “A comunidade de Granja Viana é bastante preocupada com a qualidade de vida e harmonia com o meio ambiente e as iniciativas do Wal-Mart foram bem recebidas” explica Wilma, destacando a importância da ação.

O novo empreendimento exigiu um investimento de R$ 45 milhões para a construção de uma área total de 24 mil m2, sendo 6 mil m2 somente para área de vendas. A loja gerou 300 empregos e, segundo a assessoria do Wal-Mart, procurou dar oportunidade a pessoas sem experiência profissional.

O Wal-Mart tem hoje no Brasil 319 lojas e está presente em 15 países. Todas as suas lojas estão focadas no bem-estar das gerações futuras, garante a assessoria. “A sustentabilidade compreende uma forma de fazer negócio considerando o desenvolvimento em três dimensões: econômica, social e ambiental. Este é o modelo de negócios conhecido como tripple-bottom-line“, define Wilma.

Fonte: Site Akatu

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Relatório da ONU reforça urgência na busca pela sustentabilidade

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The fourth Global Environment Outlook

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Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente

Conclusões sobre o nosso futuro

O Relatório GEO-4 reconhece que a tecnologia poderá contribuir para reduzir os impactos ambientais, mas segundo a visão dos especialistas, não terá a capacidade de solucionar os grandes e graves problemas ambientais do planeta.

Será por meio de ações efetivas que o futuro poderá ser construído. Ações de combate à emissão de gases do efeito estufa; a redução nos índices de desmatamento; a proteção das espécies e biomas ameaçados, além do incentivo a campanhas e projetos que contribuam para a mudança dos hábitos de consumo, são algumas das medidas que devem ser adotadas pelos governos e pela sociedade. E, claro, a contribuição de cada cidadão que com suas escolhas de consumo podem dar uma resposta positiva na busca da sustentabilidade. Mudar hábitos, reduzir desperdício, optar por materiais reutilizáveis e reciclar sempre que possível, entre outras, são atitudes que estão “à mão” do consumidor para fazer a diferença.

”Nosso futuro comum depende de nossas ações hoje, e não amanhã ou em algum momento no futuro”, afirma o documento das Nações Unidas, enquanto alerta que “as necessidades não poderiam ser mais urgentes e a hora não poderia ser mais oportuna – a partir de nosso entendimento mais aprimorado sobre os desafios que temos à frente – para agir agora e salvaguardar nossa própria sobrevivência e a de gerações futuras”.

Fonte: Site Akatu

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Consumo com Consciência…

akatu - akatu

O que é…

A humanidade já consome 25% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Se os padrões de consumo e produção se mantiverem no atual patamar, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas Terra para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos. Esta situação já é refletida, por exemplo, no acesso irregular à água de boa qualidade em várias partes do mundo, na poluição dos grandes centros urbanos e no aquecimento global.

Não é preciso dizer que esta situação pode dificultar a vida no planeta, inclusive da própria humanidade. A melhor maneira de mudar isso é a partir das escolhas de consumo. Todo consumo causa impacto (positivo ou negativo) na economia, nas relações sociais, na natureza e em você mesmo. Ao ter consciência desses impactos na hora de escolher o que comprar, de quem comprar e definir a maneira de usar e como descartar o que não serve mais, o consumidor pode buscar maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos, desta forma contribuindo com seu poder de consumo para construir um mundo melhor. Isso é Consumo Consciente. Em poucas palavras, é um consumo com consciência de seu impacto e voltado à sustentabilidade.

O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade, maximizando as conseqüências positivas deste ato não só para si mesmo, mas também para as relações sociais, a economia e a natureza. O consumidor consciente também busca disseminar o conceito e a prática do consumo consciente, fazendo com que pequenos gestos realizados por um número muito grande de pessoas promovam grandes transformações.

O consumo consciente pode ser praticado no dia-a-dia, por meio de gestos simples que levem em conta os impactos da compra, uso ou descarte de produtos ou serviços, ou pela escolha das empresas da qual comprar, em função de seu compromisso com o desenvolvimento sócio-ambiental. Assim, o consumo consciente é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta.

Pratique o consumo consciente e estimule sua família e amigos a fazer o mesmo.

Fonte: Site akatu

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Colunas do Caráter

Por Luiz Fernando Petri (Dr. Petri)

Julio Schwantes, quem muito me inspirou, escreveu o livro com o titulo acima, com o fito de fazer uma contribuição modesta à tarefa ingente da reconstrução do caráter sobre bases duradouras.

Acredita ele na eficácia e urgência de uma campanha de rearmamento moral. Não quer cometer, porém, o erro tantas vezes repetido de divorciar o rearmamento moral da regeneração espiritual.

Dedicou o livro à mocidade brasileira e o fez na esperança sincera de que sua leitura inspire muitos jovens patrícios a empreender a mais empolgante de todas as aventuras: a aventura da reconstrução moral do homem, assentando uma a uma as colunas de seu caráter sobre uma base digna da eternidade.

Diz ele no Prefácio:

Historiadores e sociólogos, estadistas e políticos, de correntes diversas, têm procurado diagnosticar o mal de que sofre a sociedade moderna.

Uns, com um laivo de ironia, atribuem as mazelas do corpo político e social às dores do crescimento. O país em evolução rápida sofre os desajustes próprios do adolescente, dizem.
Outros salientam o fator econômico, com todas as suas ramificações, como causador do mal-estar generalizado. O remédio, em sua opinião, seria uma melhor distribuição da riqueza.

Outros crêem, com exagerado otimismo, que com a subida do nível cultural das massas, o homem moderno será capaz de criar uma sociedade ideal. “0 que o homem precisa é de mais ciência”, dizem Aldous Huxley e seus simpatizantes, esquecendo-se de que a ciência é uma arma de dois gumes -tanto edifica como destrói.

Perfilamos ao lado de Toynbee, que vê na crise da civilização ocidental uma crise espiritual. Se esta civilização sossobrar será por razões espirituais, e não por carência de ciência, cultura ou igualdade econômica, em que pesem os demais fatores na balança.

A civilização ocidental hauriu sua vitalidade original na fonte ilibada do cristianismo. Cresceu, emancipou-se e hoje, como filha ingrata, nega sua ascendência espiritual. Rejeita como obsoletos os valores morais que fizeram sua passada grandeza. Mas como o ramo cortado da videira seca, “e o apanham, lançam no fogo e o queimam”, assim também a sociedade ocidental está destinada a perecer uma vez seccionada sua ligação com a videira verdadeira”.

Desta crise moral um dos sintomas mais flagrantes é a ausência generalizada de caráter. Como poderia ser diferente se caráter é uma das dádivas do cristianismo ao homem? Querer preservar as boas coisas que o cristianismo nos legou enquanto repudiamos com cinismo suas exigências morais é o mesmo que pretender conservar viva uma árvore arrancada de seu solo nativo.

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Escolhendo uma equipe campeã…

Phill Jackson, treinador do Chicago Bulls, sabia como ninguém alocar pessoas certas nos lugares certos. Nos bons tempos ele destacava seus valores da seguinte forma: Michael Jordan marcava cerca de trinta pontos por jogo, liderava e inspirava seus companheiros; Denis Rodman, conseguiu a façanha de pegar vinte rebotes num só jogo e confundir os adversários; Scottie Pippen era excelente na defesa; Luke Longley bom marcador e Ron Harper armava jogadas para Michael arremessar e fazer. Ah tinha o sexto jogador, que ficava no banco incentivando todo o time.

Segundo Bill Hybels, um especialista em formar líderes, a fórmula ideal na construção de uma equipe campeã é a aplicação dos 3C’s. São eles:

1. Caráter: que gera confiança. Intrínseco a esta característica encontramos e evidenciamos a honestidade, humildade, confiabilidade, ética e até mesmo a demonstração de entusiasmo em servir ao grupo. O caráter, segundo Hybels é mais importante que a competência, pois um lapso de caráter causa problemas com extensas conseqüências, ao passo que um lapso de competência pode ser aceito.

2. Competência: procure membros que tenham o mais alto nível de competência. Segundo Peter Drucker, as pessoas ideais para formar sua equipe não estão descontentes e nem desempregadas, ao contrário, estão delirantes de felicidade e contribuindo para estabelecer recordes em algum lugar, além de adorarem o ambiente em que trabalham. Portanto, diz Drucker: vá atrás dessas pessoas, busque-as pela competência comprovada’.

3. Combinação: os novos membros devem precisam manter um relacionamento apropriado com a liderança e com os demais membros da equipe. A maior parte do tempo é passada com pessoas, por isso a necessidade delas apresentarem uma combinação no relacionamento interpessoal.
Nada como formar uma equipe campeã onde as pessoas certas ocupam lugares certos, usam seu potencial e decolam para o sucesso.

Fonte: Site menegatti.srv.br

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Criar valor para vender mais

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Uma boa e uma má notícias foram dadas aos vendedores por Neil Rackham, mundialmente reconhecido como mestre na aplicação de modelos estratégicos em Gestão de Vendas, logo no início de sua palestra, denominada Como Aumentar Suas Vendas Através de Um Pensamento Estratégico Inovador, no Special Management Program, evento promovido pela HSM, na Amcham, nesta quinta-feira, dia 21 de junho. A boa notícia: as vendas estão passando por um processo de transformação e, desta forma, adquirindo importância estratégica para as empresas. A má notícia: cerca de um terço (1/3) dos vendedores não deverão acompanhar estas mudanças.

“Há uma mudança nas vendas nos últimos anos: mudou a comunicação de valor dos produtos e serviços para a criação de valor. A definição de um vendedor como um canal de comunicação não funciona mais. O que a força de vendas faz que outros canais, como internet, televendas e distribuidores, não podem fazer? O jeito de vender pode se tornar mais importante do que o produto ou serviço que você vende. O vendedor precisa agregar valor”, decretou Neil Rackham, cujos livros foram publicados em 50 idiomas e figuram regularmente na lista dos mais vendidos do New York Times.

Segundo o palestrante, foram os compradores que passaram a determinar esta mudança nos últimos anos, graças à internet, que facilita o acesso à informação sobre os mais variados produtos, à expansão da concorrência e a uma maior exigência em relação aos produtos oferecidos. “Os compradores não querem mais perder tempo com produtos que já conhecem pela internet. Os clientes estão usando técnicas de compras mais sofisticadas e isso terá um impacto muito grande em todo tipo de vendas. Há 10 anos, um comprador era o escalão de baixo da empresa. Agora não é mais assim. O pessoal de compras é formado por funcionários muito capazes e com função estratégica importante. Temos de entender isso”, alertou.

Leia aqui o artigo completo

Fonte: Site da revista HSM Management

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Supersimples pode provocar prejuízo a 500 mil empresas

Autor: Zínia Baeta; Cristine Prestes e Josette Goulart
Fonte: Valor Econômico

Para 492.793 micro e pequenas empresas brasileiras, o ingresso no Supersimples, ao invés de trazer benefícios, pode se transformar em uma armadilha. Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) demonstra que 212.793 empresas industriais e comerciais ficam impedidas de transferir aos seus clientes créditos de ICMS se aderirem ao novo sistema de recolhimento simplificado de tributos. Outras 280 mil prestadoras de serviço que têm gastos expressivos com mão-de-obra podem ter um aumento da carga tributária com a adesão.

O estudo do IBPT foi feito a partir do universo de 2,56 milhões de micro e pequenas empresas que estavam no antigo Simples federal e que vinham apresentando as declarações em dia. Não inclui, portanto, as empresas que passaram a ter a opção de aderir ao novo sistema, criado pela Lei Complementar nº 123, e nem as que foram incluídas no Supersimples com a aprovação do projeto que amplia os benefícios da legislação pelo Senado na terça-feira à noite, que ainda depende de sanção presidencial (leia matéria abaixo). Ainda não há estimativa do número de empresas que passam a poder aderir ao sistema com o projeto de lei. Mas o IBPT calcula que as incluídas no Supersimples pelo texto original da legislação somam 130 mil - e que, destas, apenas 47 mil teriam vantagens com a adesão.

De acordo com o estudo, as mais de 212 mil empresas que podem enfrentar dificuldades ao ingressar no Supersimples ficam, com a nova lei, impedidas de transferir créditos de ICMS para seus clientes. Elas movimentam cerca de R$ 45,88 bilhões ao ano e transferiam R$ 4,78 bilhões de créditos de ICMS anualmente às clientes que adquirem seus produtos. Na prática, isto pode tornar suas mercadorias menos competitivas do que as dos concorrentes enquadrados em outros sistemas de apuração, como o lucro presumido ou o lucro real. Isto ocorre porque o antigo Simples, por reunir apenas tributos federais, não trazia esta vedação para o ICMS. “Na prática, o ICMS delas aumentou”, diz Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT.

A mudança tem provocado uma enorme dor de cabeça aos empresários das micro e pequenas empresas que não vendem ao consumidor final. Isto porque muitos estão sendo obrigados a fornecer descontos de ao menos 18% a seus clientes para mantê-los - percentual que corresponde aos créditos gerados e transferidos a eles. Há empresas que estão migrando para outras sistemáticas de apuração tributária e ainda as que estão demitindo funcionários para fazer um ajuste de contas.

A empresária Neide Augusto Feitosa de Freitas, sócia da microempresa Engelume Indústria e Artefatos, ainda está em compasso de espera. Ela tem esperança de que até o dia 15 de agosto - quando termina o prazo para optar pelo Supersimples - o governo promova alguma mudança no sistema. Segundo Neide, em uma conversa informal seus clientes demonstraram interesse em manter os créditos de ICMS. “Ou mudamos para o lucro presumido ou damos descontos”, afirma. Mas dar descontos, afirma, é complicado, já que a empresa teria uma redução de 8% em seu lucro. “Não conseguiremos repassar os custos, teremos que mexer na margem de lucro e não teremos ganho para investir na empresa, que ficará parada”, diz.

A demissão foi a solução encontrada pela microempresa Amazon Tropical, produtora de óleos vegetais para cosméticos, para não fechar as portas diante da nova realidade. A Amazon era optante do antigo Simples federal e gerava créditos de ICMS para seus compradores. O proprietário, Pedro Rivaben, afirma que para assegurar aos seus três clientes um desconto de 18% demitiu seus quatro funcionários - que vão abrir uma empresa, com máquinas cedidas pelo próprio empresário, para fornecer à Amazon.

Na outra ponta, a história se confirma. O advogado Luiz Rogério Sawaya, do escritório Nunes e Sawaya, conta que está atuando em uma operação de aquisição de equipamentos para um cliente que seriam adquiridos de três empresas que estão no Supersimples. Durante a negociação, elas alegaram não terem condições de conceder descontos de 18% em função da vedação aos créditos de ICMS - e a compradora, então, vai fechar negócio com fornecedores cuja sistemática é o lucro presumido.

Já no caso das prestadoras de serviço, o ingresso no Supersimples depende de um estudo prévio - sob pena de o sistema aumentar a carga tributária. Tributaristas afirmam que o novo sistema pode prejudicar as empresas que possuem gastos com mão-de-obra em torno de 40% do faturamento. -Segundo o estudo do IBPT, das 730 mil prestadoras enquadradas no Simples federal, apenas 450 mil terão vantagens com o novo sistema.

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Lideranças e conflitos

foto preto e branco simone costa - foto preto e branco simone costa
Simone do Nascimento da Costa

Quantas vezes não presenciamos líderes que se preocupam apenas com seus interesses e cujo discurso está em discrepância com a sua prática? É comum ouvirmos aquelas frases repugnantes que ditam contextos infundados, algo bem próximo do egocentrismo. “Tenho que fazer o melhor, pois o meu cargo é de total confiança!” Não há dúvidas de que este líder se acha “brilhante”.

Mas se nos atentarmos à frase, ou até mesmo a comportamentos que percebemos em algumas organizações, poderemos identificar problemas sérios na maneira como se lida com o outro, principalmente no que se refere à compreensão da palavra “equipe”.

Como um líder pode, por exemplo, dizer “tenho”, se está falando de um conjunto de pessoas empenhadas a realizar uma ou mais tarefas? Como pode dizer “meu cargo” se ele precisa de resultados que só virão por meio do trabalho em equipe?

Indo um pouco mais fundo, é possível dizer que este líder está agregando dividendos de conduta a seus liderados, apesar de que neste caso esses indivíduos são meros escravos de uma “ordem a executar”.

O que sustenta uma liderança saudável e eficaz é a coordenação e o planejamento de ações que evidenciem a transformação de necessidades em impulsos de trabalho. O líder que impulsiona não “manda fazer”, mas simplesmente propõe uma determinada ação, influenciando por meio de estímulos a prática de iniciativas e de reconhecimento do trabalho a ser realizado. Lideranças medíocres geram como resultado o estresse organizacional e crises visíveis de processos que se perderam no meio do caminho.

É por isso que a comunicação é fator determinante em todos os processos que estão atrelados à condução de colaboradores no contexto organizacional. Por meio dela é possível criar gestões especializadas em mensurar resultados de sucesso!

Dar oportunidade aos colaboradores na exposição de idéias é compreender que, por meio de alternativas ou novidades, promove-se a interação. Por isso estimule o diálogo; dê espaço para momentos em que situações problemáticas possam ser resolvidas, convidando-os a ser investigadores do processo de decisão; convide seus colaboradores a liderar reuniões, dando a oportunidade de se expressarem; promova a criatividade com momentos em que possam demonstrar suas habilidades; delegue responsabilidades, pois são elas que os prepararão para futuras oportunidades de carreira dentro da organização.

Com certeza esse canal de desenvolvimento será o ponto de partida para a resolução de conflitos – do modo contrário, o único degrau que um mau líder pode alcançar com sua falta de preparação é o da visão prejudicada de futuro.

E enganam-se aqueles que pensam que modelos prontos de liderança são a receita de sucesso de uma empresa, pois não adianta oferecer um desafio para indivíduos que só querem se regozijar com os benefícios.

Um cargo de liderança requer constatar a realidade da atração de talentos, não como expectativas futuristas, mas como respostas diárias que direcionem investimentos ao que existe de mais precioso no ser humano: sua capacidade de desenvolvimento, que passa de uma simples qualificação para uma competência que lhe dá mobilidade e diferencial competitivo.

* Simone do Nascimento da Costa é da área de graduação tecnológica em gestão de recursos humanos da Universidade Metodista de São Paulo

Fonte: Site ovendedorprofissional

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Você Sabia…

…que os carros usados desvalorizaram 5%, em média, no ano passado?

SÃO PAULO - Levantamento realizado pela Molicar revela que a desvalorização do carro usado atingiu 5,04%, em média, em 2007. Os usados importados perderam 14,34% do valor e os nacionais, 3,40%.

De acordo com o diretor da consultoria, Vitor Meizikas Filho, quanto maior a facilidade para o consumidor na compra do carro novo, maior será a depreciação do veículo usado.

Tendência mundial
“Em outros países, a diferença de preço, entre carro novo e usado, é relativamente expressiva. No entanto, essa tendência definitivamente ainda não ocorre no Brasil”, disse Filho.

Fonte: infoMoney

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