Arquivo de Dezembro de 2007
Brasil mudou, mas estrada é longa até atingir plenitude…

Por: Alex Agostini
InfoMoney
Felizmente, o ano de 2007 encerrou com um balanço geral muito positivo, seja pelo lado real da economia ou pelo lado financeiro. Certamente será um ano que ficará marcado positivamente na história da economia brasileira e mundial.
No Brasil, há muito tempo não se tinha o registro de um crescimento consistente do emprego e da renda, nunca se fabricou e venderam tantos automóveis e imóveis, e nunca as pessoas estiveram tão confiantes para investir em ativos de maior risco como a bolsa de valores, reflexo da confiança no futuro da economia.
A taxa de juros nunca chegou a níveis tão baixos e a taxa de inflação nunca permaneceu tão comportada por tanto tempo, além da realização de uma importante mobilidade social, com um número menor de pobres e miseráveis, mesmo que ainda em níveis pífios.
“2008 será um ano extremamente importante para testar a resistência da economia brasileira ”
Porém, é verdade e fato que todos esses frutos “saudáveis” que estão sendo colhidos foram gerados pela semente plantada há 4.933 dias. É inegável que hoje temos um país diferente e melhor, mudamos de patamar. Mas não devemos nos iludir, pois ainda há muito trabalho a fazer.
No mundo, há praticamente três décadas não se vivia um momento tão próspero com a economia registrando crescimento ao redor de 5% ao ano, e as expectativas para 2008 são igualmente otimistas, mesmo considerando que haja um “ajuste” nas economias industrializadas, em particular na maior potência econômica mundial: Estados Unidos da América.
Vale destacar, porém, que o combustível para o vigor do crescimento mundial nos últimos anos não teve como origem os tradicionais “países desenvolvidos”, mas sim os países considerados “emergentes”, com destaque para China, Índia, Rússia e Brasil, economias consideradas como as “novas potências” mundiais daqui a 30 ou 50 anos!
Por enquanto, o Brasil segue como coadjuvante na cena do crescimento mundial, mas é certo que tem desempenhado um papel cada vez mais importante no time do segundo escalão. Por exemplo, as empresas nacionais romperam fronteiras e saíram às compras em 2007, mudando a histórica escrita de ser um País meramente receptor de recursos.
A competitividade nas commodities (agrícolas, minerais e metálicas) tem avançado nos últimos anos, acompanhada por significativo avanço nos segmentos de maior concorrência internacional como, por exemplo, os produtos semi e industrializados.
No fundo sabe-se que, apesar de todas as conquistas do País, ainda faltam muito trabalho e ajustes na condução da economia para que a estrada construída até aqui tenha continuidade e melhorias nos próximos anos.
Sabe-se também que 2008 não será um ano tão próspero quanto foi 2007, mas será um ano extremamente importante para testar a resistência da economia brasileira para enfrentar um significativo ajuste na economia mundial, da qual ainda carrega relativa dependência.
Alex Agostini é economista-chefe da Austin Rating e escreve mensalmente na InfoMoney, às segundas-feiras.
alex.agostini@infomoney.com.br
Fonte: InfoMoney
Sem comentários »ABAD espera registrar um crescimento real de 8% em 2007
A expectativa dos supermercados brasileiros é de um Natal farto este ano, mantendo a recuperação e aumento das vendas registradas principalmente a partir do segundo semestre. Conforme a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), dezembro deve registrar alta real de 10%, contra variação de 0,5% no mesmo mês de 2006, ano em que a performance anual no segmento foi de queda de 1,25%.
“O ano de 2007 vem apresentando bons índices de recuperação nas vendas dos supermercados”, avalia Sussumu Honda, presidente da Abras. “A expectativa é que as festas de final do ano sejam mais fartas.”
A perspectiva é confirmada nas redes líderes. O Grupo Pão de Açúcar espera um crescimento de até 30% em itens sazonais de Natal comparado ao mesmo período do ano passado. Somente nas gôndolas de panetones a alta deve ser de 20% - a expectativa do grupo é comercializar mais de mil toneladas de panetones de fabricação própria até o final do ano.
Dezembro contribuirá para o resultado previsto de alta real de 6,5% no faturamento dos supermercados, o dobro do que estimava a Abras em janeiro, atingindo R$ 132 bilhões. A entidade divulgou ontem o resultado do mês de outubro, quando as vendas cresceram 4,38% em valores reais, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em relação a setembro, a alta foi de 0,92%.
A recuperação é explicada por Honda pela estabilização dos preços a partir de agosto, somada ao aumento gradual na renda do brasileiro, à manutenção do dólar em patamares baixos e ao aumento do emprego, o que trouxe o aumento nas vendas. No acumulado de janeiro a outubro, a alta real (deflacionada pelo IPCA) foi de 6,24%. Em valores nominais, as vendas cresceram 9,96% no período.
Ajuda na alavancagem de vendas o reajuste na cesta do varejo (índice AbrasMercado com os 35 itens de maior consumo no segmento) apurou alta real de 7,3% no mês de outubro ante o mesmo período de 2006, chegando a R$ 218,91. Para 2008, a perspectiva é de estabilidade nos preços - o que deve mexer com o faturamento da área. Se o real continuar valorizado frente ao dólar, deve aumentar ainda mais o estoque de importados nas gôndolas brasileiras.
Ainda que satisfeitos com a performance, os números mostram porque supermercadistas têm olhado com tão bons olhos para o atacado e atacarejo - o crescimento desta área está alavancado e será maior que o consolidado no varejo. Dados da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), levantados pela FIA-USP, revelam que o atacado distribuidor registrou crescimento real de 7,5% no acumulado de janeiro a outubro, em relação ao mesmo período anterior.
“Devemos encerrar 2007 com crescimento real em torno de 8%, cinco pontos percentuais a mais do que o crescimento registrado no ano passado”, diz Geraldo Caixeta, presidente da Abad, já otimista em relação ao próximo ano. “Com base nos resultados deste ano e do cenário para 2008, tudo caminha para um ano novo muito positivo.”
Em 2006, o atacado distribuidor teve crescimento real de 2,6% e faturamento de R$ 96 bilhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (28/11/07)
Sem comentários »Líder de mercado por mais de um século?
Por Ricardo Cianciaruso (Revista Época Negócios)
Um passeio fascinante pela história centenária do uísque escocês mais vendido do mundo. Pelo menos por enquanto
Com 180 milhões de garrafas vendidas por ano, Johnnie Walker é a marca de uísque escocês mais vendida do mundo. No ano passado, suas vendas mundiais cresceram 9,5%, enquanto a categoria uísque cresceu só 2%. Nada mal para uma marca que tem mais de um século de vida.
E se as vendas mundiais vão muito bem, no Brasil elas vão ainda melhor. Neste ano, o Brasil tornou-se o maior mercado consumidor do Johnnie Walker Red Label, o rótulo mais barato da marca, no mundo.
Entre as causas que explicam a liderança brasileira, duas merecem destaque. A primeira é que o Johnnie Walker Red Label caiu no gosto do brasileiro, sobretudo do nordestino.
“É difícil de acreditar, mas vendemos mais o ‘rótulo vermelho’ no Nordeste do que no Sudeste”, afirma Eduardo Bendzius, diretor de marketing no Brasil da Diageo, fabricante da bebida. Em estados como Bahia e Ceará, é comum ver gente tomando uísque com água-de-coco, na praia. “O Red é um uísque mais suave e mais fácil de beber. Ele combina muito bem com o clima tropical”, diz Charles Maclean, jornalista escocês especializado em bebidas e autor de vários livros. A segunda causa é a queda da cotação do dólar, que barateou os importados. Hoje, 1 litro do Red Label sai por U$ 16 no Duty Free Shop - cerca de R$ 32.
Mas a história de sucesso do Johnnie Walker no Brasil, e no mundo, é bem mais complexa. Do século 19 até os dias de hoje, o que você lerá a seguir é uma saga fascinante de inovação, intuição e empreendedorismo.
AS SACADAS DA FAMÍLIA WALKER
O ano era 1820. Ainda adolescente, John Walker ajudava a mãe numa pequena mercearia da família. Lá, vendiam chás. Na época, o Império Britânico plantava mudas de chá na Índia, e bebê-lo era quase um ritual patriótico para os habitantes do Reino Unido. “Se eu posso misturar diferentes tipos de chá, por que não posso fazer o mesmo com diferentes maltes de uísque?”, teria dito John aos amigos, num primeiro impulso de inovação. Deu certo. Em 1850, o Walker’s Old Highland, que mais tarde seria rebatizado como Johnnie Walker, já levava uma clientela fiel à mercearia da família.
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Leia o artigo completo no site da revista Época Negócios
Sem comentários »Hora do balanço
Por FERNANDA BOTTONI (Revista Você S/A)
Aproveite o fim do ano, faça uma retrospectiva da sua carreira e defina o que vai carregar para 2008 e o que quer deixar pelo caminho.

De acordo com a antroposofia, a vida do ser humano é dividida em ciclos de sete anos, os chamados setênios
Quando dezembro chega, a correria se instala, o trânsito aumenta, a vontade de fazer compras cresce, o número de eventos corporativos se multiplica. Mal dá tempo de respirar e, se você bobear, 2008 vai chegar sem que você tenha tido tempo (e condições) de se despedir adequadamente do ano que termina. Tirar algumas horas para uma retrospectiva pode fazer um bem danado. Sabe por quê? Ao colocar tudo na balança, você pode separar o que ainda tem valor do que não serve mais. Profissionalmente, esse balanço ajuda a perceber o fim de alguns ciclos — numa área, numa empresa, numa carreira. É como checar, na sua bagagem, o que vale a pena continuar carregando e o que deve ser deixado para trás. “O fim do ano é o momento de compreender o que ele representou na sua vida e em que ciclo você está agora”, diz Jair Moggi, diretor da Adigo Consultores, de São Paulo.
Há várias teorias sobre os ciclos da vida humana. Uma das mais citadas é a baseada na antroposofia, ciência espiritualista criada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner, que divide a vida em ciclos de sete anos, os chamados setênios. Muitas vezes, essa teoria é comprovada pela idade em que alguns clientes de Stella Angerami, sócia-diretora da Counselling by Angerami, empresa de aconselhamento de executivos de São Paulo, têm suas crises profissionais. “Em alguns casos, no entanto, percebo que a aceleração da informação e a cobrança por metas vêm atropelando esse conceito dos setênios. Muitos ciclos estão deixando de ter sete anos para ter cinco”, diz.
Acima das teorias, o mais importante para identificar os ciclos que chegam ao fim neste ano de 2007 é fazer a si mesmo uma pergunta pertinente: “Você se sente desafiado?”. “O maior sinal de que um ciclo na carreira chegou ao fim é a falta de desafios e motivação”, diz Jair. Aí, o grande perigo é se acomodar e virar só um “repetidor de si mesmo”, como ele diz.
Para que você reconheça os momentos de finalizar alguns ciclos, preparamos um checklist de algumas situações. Confira a seguir qual é a hora de…
Veja artigo completo no site da revista, Você S/A
Sem comentários »Refletindo sobre o passado
Por Paulo Coelho
Todos nós já tivemos, de uma maneira ou de outra, experiências difíceis na vida. Isto faz parte de nossa viagem por esta Terra – e embora muitas vezes pensamos que “as coisas podiam ter acontecido de outra maneira” - o fato é que não podemos mudar nosso passado.
Por outro lado, é uma mentira pensar que tudo que nos acontece tem o seu lado bom; existem coisas que deixam marcas muito difíceis de superar, feridas que sangram muito.
Como, então, nos livrarmos de nossas experiências amargas?
Só existe uma maneira: vivendo o presente. Entendendo que, embora não possamos mudar o passado, podemos mudar a próxima hora, o que acontecerá durante à tarde, as decisões a serem tomadas antes de dormir.
Como diz o velho provérbio hippie: “hoje é o primeiro dia do resto da minha vida”.
Fonte: Site G1
Sem comentários »Natal - O Presente II

No Natal, data máxima da cristandade, comemoramos o nascimento de Jesus, que é festa na qual se tem o hábito presentear. Os magos do oriente foram reverenciar Jesus e lhe deram presentes valiosos. Mas porque dar? Vamos à origem.
Está escrito na Palavra de Deus, a Bíblia: MT 1. 21 “ ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS” …isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito da parte do Senhor pelo profeta..: IS 9. 6 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu;”
Comemoramos no Natal o início terreno do plano de amor de Deus por nós, seus filhos caídos quando do pecado da desobediência em Adão, o qual nos deu Jesus para nos resgatar, remir, nos enxertando novamente em seu reino, dando-nos a condição de filhos.
A prova do amor doador do Pai está no versículo de ouro, que sintetiza toda a Bíblia: JO 3.16 Deus nos amou … que deu seu filho…
Quando Deus, o Pai, nos deu O Presente (Jesus) está nos dizendo duas coisas: que Ele ama (porque é Amor), e a mim (logo, eu sou amado Dele). Que lindo. Que segurança. Que esperança.
Declare seu Amor, seu reconhecimento a Deus Pai, pelo presente recebido, dizendo à seu filho Jesus: Querido Jesus eu te reconheço com meu Sr. meu Salvador.
Colaboração Dr.Petri
Feliz Natal a todos.
Sem comentários »Natal - O Presente

Se em tinta o mar se transformasse,
e em papel o céu também;
E a pena ágil deslizasse,
dizendo o que esse amor contem;
Daria fim ao grande mar,
ao esse amor descrever;
E o céu seria mui pequeno,
para tal relato conter.
Sublime Amor, o Amor de Deus.
Óh maravilha sem par,
Por esse Amor, eternamente,
a Deus irei louvar
(Autor Desconhecido)
Com este belissimo poema a TAF Distribuidora
Deseja a todos seus Colaboradores, Clientes, Fornecedores e
Consultores um FELIZ NATAL!!!
ADVB premiou os Top de Marketing

ADVB premiou os Top de Marketing
O tradicional Prêmio Top de Marketing ADVB/SC - um dos mais importantes do segmento em Santa Catarina - chega a sua 21ª edição, destacando as 10 empresas do ano que implantaram as melhores e mais inovadoras estratégias de marketing para resolver demandas do mercado. A cerimônia de entrega do Top de Marketing foi realizada no dia 04 de dezembro, às 19h30min, no CentroSul, em Florianópolis. Os cases de marketing foram analisados por um júri formado pelos empresários Vicente Donini (Marisol), Cláudio Goldsztein (presidente ADVB/RS), Antônio Koerich (Eugênio Raulino Koerich) e Antônio Edmundo Pacheco (Fecomércio). A novidade desta edição é que antes da entrega do Prêmio, a ADVB/SC reuniu empresários, profissionais de marketing, comunicação e da área acadêmica para o debate sobre os principais temas ligados à liderança e negócios no Fórum Internacional de Lideranças e Negócios. Na programação, palestras com profissionais como o diretor presidente da Tigre S.A, Francisco Amaury Olsen, o analista da Franklin Templeton Investments, Heitor Lima, o especialista em relações de mercado, Max Gehringer, além do diretor da Innovation SEED, Kip Garland. Na avaliação do presidente da ADVB/SC, Natanel Santos de Souza, o pioneirismo do evento deve ser considerado o início para futuras discussões no calendário dos principais eentos do gênero da região Sul.
Os vencedores
Addmakler Seguros
Balneário Camboriú Shopping
Beto Carrero World
Brasil Telecom
Diário Catarinense
Gran Padania do Brasil
One WG
Parque Vila Germânica
Sebrae/SC
Supermercados Imperatriz
Fonte: advbsc.com.br
Sem comentários »Fé Inabalavel…
EM 2008 VAMOS DAR SINAIS DE NOSSA INTELIGÊNCIA
… DEMONSTRANDO GRATIDÃO POR TUDO AQUILO QUE NOS ACONTECEU EM 2007;
… INICIANDO JANEIRO COM DECISÕES FORTES E AÇÕES FIRMES; FOCANDO TODA NOSSA ENERGIA NO BEM E NA CONSTRUÇÃO DE UMA VIDA PLENA DE PROJETOS E SUCESSOS,
… PERGUNTANDO AOS OUTROS: “O QUE VOCÊ QUER QUE EU FAÇA POR VOCÊ?
… PROCURANDO SERVIR COM AFETO E GENEROSIDADE AS PESSOAS QUE FAZEM PARTE DE NOSSAS VIDAS;
… GUARDANDO NO CORAÇÃO SOMENTE BONS SENTIMENTOS POIS DELES PROCEDE A FONTE DA VIDA;
… NUTRINDO UMA FÉ INABALÁVEL E A CERTEZA PLENA DE QUE PODEMOS CONSTRUIR UM FELIZ ANO NOVO DURANTE OS 365 DIAS DE 2008;
… RECONHECENDO QUE A VIDA É FEITA DE ETAPAS, E QUE AGORA MAIS UMA VAI SE INICIAR, E QUE TEMOS O DEVER DE TORNA-LA MELHOR QUE A ANTERIOR;
… VIVENDO COM FELICIDADE, APRENDENDO A CELEBRAR AS PEQUENAS VITÓRIAS E A NÃO SE ENTRISTECER COM OS GRANDES PROBLEMAS.
MUDANÇAS, MELHORIAS E REALIZAÇÃO DE PROJETOS SÃO A DEMONSTRAÇÃO MAIOR DA GRANDEZA DE DEUS EM NOSSO DIA-A-DIA. TUDO ISSO SÃO SINAIS DE NOSSA INTELIGÊNCIA.
BOAS FESTAS E MUITO SUCESSO EM 2008 E UMA VIDA PLENA DE FÉ INABALÁVEL
DESEJOS SINCEROS DO PROF. JAIR SANTOS E SUA EQUIPE DE TRABALHO
Fonte: construindoconhecimento.com.br
1 comentário »Cássio Casseb deixa presidência do Pão de Açúcar
Por Vera Dantas e Sonia Racy
Novo presidente da rede será anunciado esta semana; o consultor Cláudio Galeazzi é um dos favoritos ao cargo
O Grupo Pão de Açúcar vai trocar de presidente mais uma vez. O conselho de administração do grupo anunciou ontem a saída de Cássio Casseb do cargo que ocupou durante um 1 ano e 11 meses, no lugar de Augusto Cruz. O nome mais cotado para ocupar o cargo agora é o do consultor Cláudio Galeazzi,que reestrutura desde julho a operação do grupo no Rio, a rede Sendas. Procurada, a assessoria de Galeazzi não desmentiu e nem confirmou a informação.
Segundo pessoas ligadas à empresa, Galeazzi começou há pouco tempo a freqüentar as reuniões gerenciais do grupo, que ocorrem todo início de semana. O consultor se dá bem com Abilio Diniz, presidente do conselho do Pão de Açúcar. Em nota, a empresa informou que anunciará o substituto até sexta-feira. Mas, ontem à noite, a informação era de que o anúncio poderia ser antecipado.
Desempenho abaixo do esperado e discordâncias em relação às metas a serem alcançadas em 2008 derrubaram Casseb do posto, segundo comentários de mercado e de fontes próximas à empresa. A decisão de troca de presidência foi tomada na quinta-feira, na reunião do conselho de administração. No dia seguinte, Abilio Diniz viajou para a França para conversar com a direção do grupo Casino, sócio do Pão de Açúcar, sobre a decisão.
Casseb diz ter ficado surpreso com sua demissão. “Fiz o melhor que pude.” A partir de agora, ele diz que vai partir para “um vôo solo” e dará por encerrada a carreira de executivo.Um descompasso entre Casseb e o conselho administrativo na velocidade das metas para 2008 foi determinante na queda do presidente, segundo uma fonte próxima à empresa.
Durante sua gestão, Casseb se empenhou em cortar custos e implantou uma série de outras ações para acelerar o crescimento do grupo. Mas a maior cobrança de Diniz e dos investidores era por uma melhora nos resultados. A meta estipulada no início do ano para o crescimento de 5% das vendas - sem levar em conta novas lojas - teve de ser revista duas vezes. Em setembro, ela caiu para 4%, porque os resultados de agosto ficaram abaixo do esperado. Na divulgação do resultado do terceiro trimestre foi feito um novo ajuste. O grupo passou a estimar um crescimento entre 3% e 3,5%.
Durante a gestão de Casseb, o Pão de Açúcar perdeu também a liderança do varejo para o Carrefour, que comprou a rede Atacadão. O Pão de Açúcar reagiu com a compra da rede de “atacarejo” Assai, com investimentos em lojas com novos formatos e em parcerias na área de não alimentos. Mas os resultados ainda não apareceram. Os concorrentes estão crescendo mais rápido. Na comparação de vendas nas mesmas lojas no terceiro trimestre, em relação a igual período em 2006, o Wal-Mart teve crescimento de 13%, o Carrefour de 5% e o Pão de Açúcar em torno de 3%.
Em várias teleconferências com analistas ao longo do ano, Abilio Diniz deixou claro sua insatisfação com os números. As ações da companhia acumulam queda de 11% desde o início do ano. “A receita não cresce como o esperado e a margem Ebitda, de geração de caixa, caiu 2,5 pontos porcentuais em cinco anos, o que é bastante”, diz Renato Prado, analista do Banco Fator.
Para o consultor Eugênio Foganholo, da Mixxer Empresarial, Casseb focou os cortes de despesas e se esqueceu do resto. “Casseb veio de outra ?indústria? e não tinha jogo de cintura no varejo”, diz uma fonte ligada à empresa. “Ele possuía uma visão de mercado financeiro e teria se concentrado em reduzir custos, e não gerar resultados.”
O peso da imagem de Abilio Diniz, que participa de reuniões operacionais da rede, na avaliação de uma fonte, também interfere nos resultados. Na prática, observa, ele continua na presidência da companhia.
Fonte: estadao.com.br
Sem comentários »Como você reage quando o sucesso em vendas chega?
Por Prof. Menegatti
O sucesso em vendas é interessante. Quando você começa a se destacar, a obter bons resultados nas vendas, começa a chamar a atenção dos outros sobre você. Para o ego isso é maravilhoso, afinal de contas as pessoas passam a se interessar mais por você e surge aqui uma nova situação em sua vida. Como reagir a toda essa atenção?
Há quatro maneiras básicas dos vendedores reagirem quando alcançam um novo nível de sucesso. São elas:
1. Alguns profissionais de vendas são extremamente humildes, não gostam de ser o centro das atenções. Falam pouco ou quase nada e quando são elogiados, a sua vontade seria de se transformar em papel de parede para nunca mais serem notados. É ótimo ser humilde, mas não a ponto de não se permitir o elogio pelo seu trabalho.
Dica: deixe os efeitos dessas novas conquistas seguirem seu curso normal e aproveite para elevar seu nível de segurança emocional. Ela aumenta a competência e esta, por sua vez, aumenta ainda mais o seu índice de vendas.
2. Outros vendedores aceitam o reconhecimento do sucesso alcançado, mas o minimiza dizendo: “Oh! Podia ter sido melhor!” ou “Poderia ter batido essa meta se…”. Pessoas assim possuem um grande impulso para o fracasso. Se você não sente a vibração, a emoção de conseguir uma conquista, certamente sua caminhada não será longa.
Dica: deixe um tempo em sua programação para comemorar seu sucesso, caso contrário, para que tanto esforço.
3. Há alguns vendedores, que ao alcançarem o sucesso, permitem que este suba à cabeça de tal forma que passem a pensar que são verdadeiros magos das vendas. Os elogios e louros os transformam em pessoas arrogantes e totalmente indesejáveis.
Dica: mesmo que tenha alcançado o sucesso, não se afaste de sua realidade. Retorne rapidamente ao seu mundo, esqueça esse sucesso e trate logo de começar a construir outro.
4. Alguns vendedores agem de forma consciente e madura. Sabem reconhecer o momento de agradecer a todos aqueles que o ajudaram na conquista do sucesso. São generosos e compartilham experiências. Sabem oferecer ajuda. Servem aos clientes e colegas.
Dica: busque agir dessa forma e será um profissional de sucesso.
Fonte: menegatti.srv.br
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